PJ apreende mais de 6,5 toneladas de cocaína numa operação que decorre desde junho

A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu recentemente mais de 6,5 toneladas de cocaína, que entrou em território nacional por via marítima, num armazém da região centro e deteve três pessoas, informou hoje aquela policia criminal.

© Facebook da PJ

 

Se as 6,5 toneladas de droga chegassem aos circuitos ilícitos de distribuição, seria suficiente para a composição de pelo menos 65 milhões de doses individuais de cocaína, indica a PJ, em comunicado.

A polícia adianta que no âmbito da operação “Tártaro” deteve esta semana três suspeitos de nacionalidade portuguesa de integrarem uma organização criminosa transnacional dedicada à introdução de grandes quantidades deste tipo de droga no continente europeu.

No âmbito de um inquérito dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal, que contou com a colaboração da Autoridade Tributária, foram apreendidos só esta semana cerca de 3.600 quilos de cocaína, num armazém na região centro do país.

A droga apreendida tinha chegado dias antes por via marítima, no interior de um contentor de farinha de soja, proveniente de um país da América Latina.

“No âmbito do mesmo inquérito, em junho passado, a PJ havia já apreendido mais 2.952 quilogramas de cocaína num armazém na região de Lisboa, pertencente a uma empresa que legalmente havia importado de um país da América Latina vários contentores com fruta onde a droga vinha dissimulada, empresa essa que era alheia a todo o esquema criminoso”, é referido na nota.

No decorrer da operação, na qual foram realizadas várias buscas domiciliárias e não domiciliárias, foram também apreendidos de diversos automóveis de alta gama, bem como de diversos objetos e documentação com interesse probatório.

Na nota é ainda referido que as investigações prosseguem.

Últimas do País

A pobreza persistente afetava 61,7% das pessoas pobres em Portugal, em 2025, de acordo com os resultados do estudo 'Trajetórias da Pobreza e da Privação', hoje divulgados no âmbito do projeto 'Portugal, Balanço Social'.
Luís Peixoto Gomes, de 31 anos, conhecido por “Turko” ou “Sultão”, começa esta quarta-feira a ser julgado no Tribunal de Braga, acusado de tentar matar um jovem de 27 anos, natural de Almada, com pelo menos sete golpes de navalha. O ataque ocorreu durante a Noite Branca de Braga, depois de o arguido ter descoberto a proveniência da vítima.
A WWF Portugal realizou um evento na Assembleia da República, num espaço cuja cedência contou com o voto favorável do CHEGA. Apesar disso, o segundo maior grupo parlamentar não recebeu qualquer convite.
Três indivíduos encapuzados tentaram roubar o automóvel de um casal de idosos, em plena luz do dia, no Carregado. O proprietário da viatura, de 80 anos, procurou impedir o assalto, mas acabou empurrado e caiu ao chão. Os suspeitos armados fugiram sem conseguir levar o Mercedes.
Os dois homens detidos numa operação contra o tráfico de droga ao largo de Faro, na qual morreu um terceiro suspeito, ficaram em prisão preventiva, disse hoje à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia Judiciária (PJ) extraditou na terça-feira para o Reino Unido um português suspeito de homicídio por ter participado há seis anos num confronto de gangues em Manchester que resultou na morte de uma pessoa.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve nas Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, um homem procurador por França por suspeita de "fraude fiscal e branqueamento, através do denominado esquema 'carrossel do IVA'", anunciou hoje a força policial.
Uma intervenção da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Autoestrada 2, na zona de Alcácer do Sal, terminou com a apreensão de cerca de oito mil litros de gasolina.
A Polícia Judiciária e a Autoridade Tributária desencadearam uma operação que envolve o Banco Carregosa e o Banco Angolano de Investimento Europa. Em causa está um esquema de transações imobiliárias destinado a beneficiar de isenções fiscais, com suspeitas de prejuízos de milhões de euros para o Estado.
Ana Sofia Dias, antiga presidente da Junta de Freguesia de Penha de França, em Lisboa, foi contratada pela Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, liderada pelo Partido Socialista. A ex-autarca está acusada dos crimes de corrupção passiva agravada e prevaricação no âmbito do processo Tutti-Frutti, que investiga alegadas irregularidades envolvendo antigos responsáveis autárquicos.