PJ apreende mais de 6,5 toneladas de cocaína numa operação que decorre desde junho

A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu recentemente mais de 6,5 toneladas de cocaína, que entrou em território nacional por via marítima, num armazém da região centro e deteve três pessoas, informou hoje aquela policia criminal.

© Facebook da PJ

 

Se as 6,5 toneladas de droga chegassem aos circuitos ilícitos de distribuição, seria suficiente para a composição de pelo menos 65 milhões de doses individuais de cocaína, indica a PJ, em comunicado.

A polícia adianta que no âmbito da operação “Tártaro” deteve esta semana três suspeitos de nacionalidade portuguesa de integrarem uma organização criminosa transnacional dedicada à introdução de grandes quantidades deste tipo de droga no continente europeu.

No âmbito de um inquérito dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal, que contou com a colaboração da Autoridade Tributária, foram apreendidos só esta semana cerca de 3.600 quilos de cocaína, num armazém na região centro do país.

A droga apreendida tinha chegado dias antes por via marítima, no interior de um contentor de farinha de soja, proveniente de um país da América Latina.

“No âmbito do mesmo inquérito, em junho passado, a PJ havia já apreendido mais 2.952 quilogramas de cocaína num armazém na região de Lisboa, pertencente a uma empresa que legalmente havia importado de um país da América Latina vários contentores com fruta onde a droga vinha dissimulada, empresa essa que era alheia a todo o esquema criminoso”, é referido na nota.

No decorrer da operação, na qual foram realizadas várias buscas domiciliárias e não domiciliárias, foram também apreendidos de diversos automóveis de alta gama, bem como de diversos objetos e documentação com interesse probatório.

Na nota é ainda referido que as investigações prosseguem.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.