Marinha portuguesa acompanha navio da Federação Russa em águas nacionais

A Marinha portuguesa acompanhou e monitorizou a passagem do navio de reabastecimento do esforço de guerra russo, Ursa Major, que deixou as águas nacionais hoje.

© Facebook da Marinha Portuguesa

“Terminou nesta manhã de domingo, 20 de outubro, uma operação desenvolvida pela Marinha de monitorização e acompanhamento do navio de reabastecimento do esforço de guerra russo, Ursa Major, que teve início pelas 19 horas de sexta-feira, 18 de outubro”, adiantou a Marinha, em comunicado.

Este navio da Federação Russa “deixou as águas de responsabilidade nacional, já durante o dia de hoje, rumando em direção ao mar Báltico”, sendo que o Centro de Operações Marítimas “monitorizou, permanentemente, a atividade deste navio e coordenou o emprego dos navios da Marinha NRP Cassiopeia e NRP António Enes, no acompanhamento ao longo da Zona Económica Exclusiva”.

Estas ações de monitorização e vigilância têm como objetivo garantir a “defesa e segurança dos espaços marítimos sob soberania, jurisdição ou responsabilidade nacional”, por forma a contribuir para a “proteção dos interesses de Portugal e das suas infraestruturas criticas e, simultaneamente, assegurar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos no quadro da Aliança Atlântica”.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.