PSP tem apenas três reboques para o distrito de Lisboa e às vezes nenhum está funcional

A PSP tem atualmente apenas três reboques operacionais no distrito de Lisboa, dois na Divisão de Trânsito e um em Oeiras, sendo que ao longo do último ano chegou a não ter nenhum a funcionar, segundo fonte oficial.

© Facebook\ aspppsp

Em resposta a questões da agência Lusa, após queixas de cidadãos de serem informados pelas esquadras de que não há reboques disponíveis para acudir a algumas situações de emergência, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) explicou que “ao longo do último ano, a Divisão de Trânsito de Lisboa (DT) oscilou entre três e nenhum reboque operacional”.

“Houve vários períodos [ao longo do último ano] em que não havia nenhum reboque operacional”, afirmou o Cometlis, acrescentando que “a necessidade de aquisição de mais reboques já foi identificada e encontra-se a ser tramitada pela tutela” (Ministério da Administração Interna).

O Cometlis adiantou que atualmente “além da Divisão de Trânsito, apenas a Divisão Policial de Oeiras possui reboque, contudo não tem tripulação permanentemente”.

O comando de Lisboa indicou ainda que “é solicitada com alguma frequência o apoio da Polícia Municipal de Lisboa, contudo o mesmo só faz determinados serviços (ou seja, não responde a todas as necessidades) e apenas dentro do Concelho de Lisboa”.

Questionado sobre se os serviços de reboque solicitados à Polícia Municipal são pagos posteriormente pela PSP, o Cometlis afirmou desconhecer a situação.

Últimas do País

Uma mulher de 64 anos foi detida, em Aveiro, para cumprimento de uma pena de quatro anos de prisão pelo crime de burla qualificada, depois de um ano de fuga às autoridades, anunciou hoje a PSP.
Fenómeno agravou-se nos últimos dois meses e levou a PSP a reforçar a vigilância nas zonas mais afetadas. Ladrões procuram sobretudo o cobre dos equipamentos para posterior venda.
Capital reforçou patrulhamento depois de episódios de violência grave. Na Baixa do Porto, sindicato alerta para agressões, tentativas de violação e noites com reduzida presença policial.
Queixas começaram há cerca de dois meses e os utentes garantem que o problema se tem agravado. Cerca de 60 doentes passam diariamente pela sala, onde permanecem ligados às máquinas durante quatro horas. Hospital confirma a presença dos insetos e garante estar a tentar erradicar a praga.
Mais de mil bombeiros estavam às 08:00 envolvidos no combate aos quatro maiores incêndios ativos na região Norte, sendo os de Torre de Moncorvo, Arouca e Santo Tirso os que mobilizam mais meios, segundo fonte da proteção civil.
A GNR deteve o líder de uma rede internacional de tráfico de droga, na sequência de uma operação iniciada em 2026 e que tinha permitido prender cerca de 50 pessoas, anunciou hoje a corporação.
Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.