Mulher detida pela PJ por burla de “largas dezenas de milhares de euros”

Uma mulher de 24 anos foi detida na quinta-feira pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeita de ser a autora de uma burla com a qual terá lucrado "largas dezenas de milhares de euros", anunciou hoje a instituição.

©Facebook PJ

Segundo a PJ, a arguida teve como modo de atuação o “CEO Fraud”, um esquema em que o burlão se faz passar pelo executivo de uma empresa e ordena transferências de dinheiro ou dados confidenciais.

“No decurso da investigação, iniciada em meados de dezembro de 2024, após deteção de uma série de operações bancárias suspeitas, a mulher acabou por ser associada a várias ações de recebimento e dissipação de fundos, ao que tudo indicava, obtidos de forma fraudulenta”, refere, em comunicado, a força policial.

A detida está fortemente indiciada da prática dos crimes de burla qualificada, acesso ilegítimo e branqueamento e vai agora ser apresentada ao juiz para eventual aplicação de medidas de coação.

A operação de quinta-feira, realizada pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da PJ em colaboração com o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, incluiu ainda buscas domiciliárias, no âmbito das quais “foram recolhidos relevantes elementos probatórios, nomeadamente documentação diversa e prova digital”.

Últimas do País

O médico Miguel Alpalhão, que recebeu mais de 700 mil euros em três anos de cirurgias adicionais no Hospital de Santa Maria (Lisboa), foi suspenso de funções com perda total de vencimento.
Os maiores aumentos registaram-se entre mulheres asiáticas, sobretudo oriundas do Bangladesh, que ocupou o segundo lugar no número de episódios nos dois anos analisados.
Um bebé de apenas um ano deixou de respirar nos braços do pai, em Loures, mas a tragédia foi evitada por um agente da PSP que, em poucos segundos, conseguiu reanimá-lo.
O Governo decidiu que a solução para os problemas da saúde não passa por mais médicos, mais recursos ou menos burocracia, passa por criar um novo cargo. As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) vão ganhar vice-presidentes especializados em Saúde, num movimento que promete revolucionar tudo… exceto o que realmente precisa de ser revolucionado.
O mês passado foi o segundo outubro mais quente em Portugal continental desde 1931, tendo sido muito quente e seco, segundo o mais recente boletim climatológico mensal do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) hoje divulgado.
A GNR registou até 31 de outubro 2.856 casos de burla informática através de utilização de aplicações para transferência imediata de dinheiro, informou hoje a Guarda numa nota para assinalar a operação “Comércio Seguro 2025”.
Uma das mais urgentes prioridades para o CHEGA na Câmara Municipal do Porto é pressionar o Executivo de Pedro Duarte a tomar decisões sobre o MetroBus na Avenida da Boavista.
O Conselho das Finanças Públicas confirma o pior cenário: o Serviço Nacional de Saúde afundou as contas públicas em 2024, absorvendo 93% de todos os prejuízos das empresas do Estado.
Portugal está a gastar mais de 40 milhões de euros por ano com reclusos estrangeiros, as prisões estão sobrelotadas, as agressões a guardas aumentam e o sistema aproxima-se do limite.
O Instituto Nacional de Emergência Médica registou este ano 28 intoxicações por monóxido de carbono, mais 10 do que em todo o ano de 2024, e alertou, esta quinta-feira, para os riscos de braseiras, esquentadores e fogões em locais com pouca ventilação.