Mulher detida pela PJ por burla de “largas dezenas de milhares de euros”

Uma mulher de 24 anos foi detida na quinta-feira pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeita de ser a autora de uma burla com a qual terá lucrado "largas dezenas de milhares de euros", anunciou hoje a instituição.

©Facebook PJ

Segundo a PJ, a arguida teve como modo de atuação o “CEO Fraud”, um esquema em que o burlão se faz passar pelo executivo de uma empresa e ordena transferências de dinheiro ou dados confidenciais.

“No decurso da investigação, iniciada em meados de dezembro de 2024, após deteção de uma série de operações bancárias suspeitas, a mulher acabou por ser associada a várias ações de recebimento e dissipação de fundos, ao que tudo indicava, obtidos de forma fraudulenta”, refere, em comunicado, a força policial.

A detida está fortemente indiciada da prática dos crimes de burla qualificada, acesso ilegítimo e branqueamento e vai agora ser apresentada ao juiz para eventual aplicação de medidas de coação.

A operação de quinta-feira, realizada pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da PJ em colaboração com o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, incluiu ainda buscas domiciliárias, no âmbito das quais “foram recolhidos relevantes elementos probatórios, nomeadamente documentação diversa e prova digital”.

Últimas do País

Um homem de 22 anos foi detido pela PSP em Beja por suspeitas de tráfico de droga e posse ilegal de arma de fogo, revelou aquela força de segurança.
Ex-governante recebe 5524 euros de reforma e mais 3000 pelas funções de provedor do SUCH, entidade tutelada pelas Finanças e pela Saúde.
Dez pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas, 60 das quais com gravidade, entre 18 de agosto e segunda-feira, indicaram hoje as forças de segurança num balanço conjunto sobre a campanha “Taxa Zero ao Volante”.
Os sete homens detidos no sábado, no âmbito de uma operação que levou à apreensão de mais de cinco toneladas de haxixe junto ao rio Guadiana, no Algarve, ficaram em prisão preventiva, revelou esta segunda-feira fonte da GNR.
Dois homens detidos pela suspeita de atearem incêndios florestais em situações distintas no Peso da Régua e em Sabrosa vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou esta terça-feira fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real.
Uma rede criminosa desmantelada pela Polícia Judiciária (PJ) é suspeita de lesar, através de esquemas de burlas por meios informáticos, mais de duas dezenas de vítimas da região do Minho, num valor global aproximado de 80 mil euros.
Doze pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade, no atropelamento hoje de madrugada na Oura, Albufeira, numa zona de bares, tendo o condutor sido detido, disse à Lusa fonte da GNR.
Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.