Mulher detida pela PJ por burla de “largas dezenas de milhares de euros”

Uma mulher de 24 anos foi detida na quinta-feira pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeita de ser a autora de uma burla com a qual terá lucrado "largas dezenas de milhares de euros", anunciou hoje a instituição.

©Facebook PJ

Segundo a PJ, a arguida teve como modo de atuação o “CEO Fraud”, um esquema em que o burlão se faz passar pelo executivo de uma empresa e ordena transferências de dinheiro ou dados confidenciais.

“No decurso da investigação, iniciada em meados de dezembro de 2024, após deteção de uma série de operações bancárias suspeitas, a mulher acabou por ser associada a várias ações de recebimento e dissipação de fundos, ao que tudo indicava, obtidos de forma fraudulenta”, refere, em comunicado, a força policial.

A detida está fortemente indiciada da prática dos crimes de burla qualificada, acesso ilegítimo e branqueamento e vai agora ser apresentada ao juiz para eventual aplicação de medidas de coação.

A operação de quinta-feira, realizada pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da PJ em colaboração com o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, incluiu ainda buscas domiciliárias, no âmbito das quais “foram recolhidos relevantes elementos probatórios, nomeadamente documentação diversa e prova digital”.

Últimas do País

A Livraria Lello apresentou uma proposta que permite à comunidade muçulmana continuar a utilizar o imóvel durante mais de um ano sem qualquer encargo com rendas. O edifício apresenta irregularidades urbanísticas que a Câmara do Porto exige que sejam resolvidas.
Dois homens, de 27 e 42 anos, ficaram em prisão preventiva após detidos, na sexta-feira, junto ao Polo Universitário do Porto numa operação de desmantelamento de uma "relevante rede" de tráfico de droga, informou hoje a PSP.
Três homens e uma mulher foram detidos na segunda-feira, no distrito de Vila Real, pela suspeita do crime de incêndio florestal devido a queimas autorizadas que se terão descontrolado, disse hoje fonte da GNR.
O valor de 100 mil euros apresentado por Carlos Moedas para a limpeza do Rossio não foi considerado demonstrado pelo tribunal. A decisão surge no âmbito do conflito judicial relacionado com os protestos pela habitação no centro de Lisboa.
Uma lei criada em 1974, ainda utilizada para regular os protestos em Portugal, vai ser analisada pelo Tribunal Constitucional. Em causa estão as restrições horárias às manifestações, consideradas incompatíveis com a Constituição pela juíza que autorizou a permanência de manifestantes no Rossio durante a madrugada.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.