Chegou finalmente o momento de Portugal se ver livre de um dos piores Presidentes da República de sempre. Um Presidente que deixou que humilhassem Portugal à sua frente, um Presidente que faz um discurso a celebrar os 40 anos da entrada de Portugal na UE onde exalta tudo menos os valores portugueses. É chegado esse momento e numa primeira volta, são 11 os candidatos “a concurso”.
André Ventura é um deles. O sistema tem alguns candidatos que não se importa de ver em Belém – António José Seguro (PS), Marques Mendes (PSD) e Gouveia e Melo (Ind mas assumidamente socialista). Eis que surge Cotrim de Figueiredo (IL mas ligado ao sistema). Destes 4, sabendo que André Ventura passaria tranquilamente à 2a volta, era necessária uma manobra auto-fágica para eliminar 3 candidatos. Gouveia e Melo e Marques Mendes optaram pelo suicídio político e Cotrim de Figueiredo foi queimado sem dó por um escândalo sexual.
Sobra António José Seguro, ex-dirigente, ex-deputado e ex-Ministro Adjunto num Governo do PS. Faz questão de apelar ao voto dos Progressistas, dos defensores da Agenda Climática e surpreendentemente, na sua passagem à 2a volta com André Ventura, começa a reunir apoios de “notáveis” que vão desde o CDS ( que sempre disse existir para combater o Socialismo) à Extrema-Esquerda do PCP. BE e Livre, passando por parte do PS e do PSD.
Seguro passa à 2a volta deixando Marques Mendes para trás com uns módicos 11%. Onde é que Seguro foi buscar os votos? Claramente ao PSD que não gostou do seu candidato e se reviu em Seguro.
Chegados a este ponto, Portugal tem uma escolha a fazer: o sistema ou o anti-sistema. O candidato dos “notáveis” ou o candidato do Povo. A jarra de enfeitar ou o que vem abalar o sistema.
Quando questionado, Seguro não responde a nada, não se compromete com nada, não tem ideias para nada. Já André Ventura tem muito claro o que pretende fazer uma vez chegado a Belém. Sabe que pode influenciar o Governo e a opinião pública e sabe também que é o único que pode impedir a formação de um Bloco Central PS/PSD caso ao longo deste tempo, o CHEGA ganhe eleições com maioria relativa.
André Ventura sabe que constitucionalmente é possível que o Presidente da República seja mais do que um mero “corta-fitas” mesmo não tendo poder executivo. Mas o sistema quer a segurança de que nada mudará com Seguro. Por isso se une, por isso sinaliza virtude ao vir a público anunciar o seu voto apesar de clamar ser “anti-socialista”.
Eu gostava de saber como é que um anti-socialista que toda a vida combateu o Socialismo consegue votar num Socialista quando pode votar em alguém assumidamente de Direita, com uma visão clara para o pais e que não se cansa de dizer que quer colocar os Portugueses Primeiro, que quer combater a imigração ilegal, lutar para que o SNS funcione condignamente, resolver o problema da habitação e tantos outros de que Portugal padece após 5 décadas de Socialismo e do seu irmão gémeo, a Social-Democracia. Mas as elites que querem manter os seus privilégios e não querem que nada mude, preferem que os Portugueses continuem a viver no caos, que os jovens imigrem e que os emigrantes não voltem mas continuem a pagar elevadas taxas de imposto porque ousaram trabalhar e ter sucesso.
No dia 08 de Fevereiro a escolha é simples: de um lado teremos o mais do mesmo, a implementação da Agenda 2030, a Ideologia de Género nas escolas e Portugal pobre e invadido por imigrantes mas as elites satisfeitas enquanto esperamos pela formação de um Governo de Bloco Central que tornará Portugal ainda mais atrasado.
Do outro teremos André Ventura que tudo fará para trazer de volta a dignidade a Portugal, para trazer de volta os emigrantes e para começar, a partir de Belém, o caminho para a tão almejada IV REPÚBLICA.
Eu não vejo onde está a dúvida mas estou, como sempre, disponível para ajudar a esclarecer quem as tenha.