Dois russos condenados a mais de 7 anos na Madeira por tráfico de droga

©Tribunais de Comarca

O Tribunal da Comarca da Madeira condenou hoje a sete anos e seis meses de prisão dois de três arguidos de nacionalidade russa resgatados de um veleiro e acusados de tráfico de estupefacientes, tendo uma mulher sido absolvida.

O caso remonta a janeiro de 2022, quando três cidadãos russos — dois homens e uma mulher — com idades entre os 26 e 31 anos foram resgatados de um veleiro, o Taeping Uuras, que naufragou ao largo da ilha da Madeira.

A embarcação estava a ser monitorizada pelas autoridades portuguesas, que estimavam o transporte de cerca de uma tonelada de cocaína, no âmbito de uma operação denominada “Tempestade”.

A embarcação naufragou e acabou por afundar-se, devido a condições meteorológicas adversas, e foram apreendidos mais de 160 quilos de cocaína, num total de 50 embalagens, segundo informação da Polícia Judiciária.

Os arguidos aguardaram julgamento em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional do Funchal, medida de coação que se mantém até a sentença transitar em julgado (tornar-se definitiva).

A presidente do coletivo de juízes da Instância Central Joana Dias informou que o tribunal decidiu absolver os dois homens pelo crime de tráfico de estupefacientes agravado, condenando-os a prisão efetiva pelo mesmo ilícito mas na forma simples.

Os dois arguidos foram também sentenciados a expulsão do território pelo período de cinco anos.

O tribunal determinou ainda a recolha de amostras de ADN dos dois homens para inserção numa base de dados para fins de identificação criminal.

Quanto à mulher, namorada de um dos arguidos, o tribunal decidiu absolvê-la da prática do crime de que vinha acusada e determinar a sua libertação.

Últimas do País

A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.
O CHEGA pediu, a 14 de outubro, a presença urgente do ministro da Agricultura no Parlamento, após a deteção do vírus 'Shamonda' em seis explorações bovinas portuguesas. Oito dias depois, França confirmou o primeiro caso conhecido de infeção humana, num doente que morreu no início do mês.
Dois equatorianos, um colombiano e um venezuelano foram intercetados pela Marinha Portuguesa a bordo de uma embarcação semissubmersível que transportava 1740 quilos de cocaína, avaliados em mais de 62 milhões de euros. Os quatro homens, detidos em outubro de 2025, foram agora condenados pelo Tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, a penas entre 10 e 14 anos de prisão por envolvimento numa rede internacional de tráfico de droga.
O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.