Proteção Civil alerta para agravamento do perigo de incêndio nos próximos dias

© D.R.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou hoje para o agravamento do perigo de incêndio rural nos próximos dias, tendo em conta as previsões do IPMA de vento, tempo quente e seco.

Em comunicado, a ANEPC refere que a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) aponta para temperaturas máximas entre 25 e 32 graus Celsius nas regiões do Sul e Alto Tejo, valores de humidade relativa baixos e intensificação do vento no litoral Oeste e no Barlavento Algarvio até ao final do dia de sexta-feira.

O IPMA prevê também o agravamento do perigo de incêndio para níveis muito elevado a máximo no interior norte e centro e no Algarve.

Neste contexto, sobre os riscos expectáveis, a ANEPC dá nota, do “aumento do risco de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como, o aumento da dificuldade das ações de supressão, especialmente no interior Norte e Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve”.

Na nota, a ANEPC recorda que é proibido preciso fazer queimada extensiva sem autorização, aconselhando a população a contactar a câmara municipal.

Lembra igualmente que nos dias de perigo muito elevado e máximo de incêndio é proibido fazer fogo para confeção de alimentos em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito, fumigar ou desinfestar e usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores.

Devido às previsões meteorológicas, a proteção civil recomenda a “adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução”.

Últimas do País

O homem acusado de ter matado uma mulher a tiro na sequência de uma discussão no centro comercial Palácio do Gelo, em Viseu, em dezembro de 2024, foi hoje condenado a 18 anos de prisão.
Professores relataram hoje dezenas de falhas relacionadas com o processo de correção dos exames nacionais, num cenário que descrevem de “caos”, e exigem esclarecimentos por parte da tutela e o apuramento de responsabilidades.
Um homem, de 38 anos e de nacionalidade estrangeira, foi detido por falsificação de centenas de contratos de arrendamento na Área Metropolitana do Porto, alegadamente para auxílio à imigração ilegal, indicou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
Um em cada quatro alunos inscritos num curso Técnico Superior Profissional (CTeSP) abandonou o ensino superior um ano após ter entrado, segundo dados do portal Infocursos, que revela ainda mais desistências no ensino privado.
Lisboa está a assistir ao crescimento de um fenómeno pouco habitual: grupos de cidadãos que decidiram passar à ação para identificar e perseguir carteiristas nas zonas mais turísticas da cidade. O aumento destes movimentos surge numa altura em que muitos moradores e comerciantes se mostram frustrados com aquilo que consideram ser um sentimento de impunidade em torno deste tipo de criminalidade.
Em apenas quatro anos, Portugal duplicou o peso da população estrangeira e passou a integrar o grupo dos dez países da União Europeia com maior proporção de residentes estrangeiros. Hoje, um em cada sete habitantes é cidadão de outra nacionalidade.
O número de pessoas sem médico de família aumentou em 41 mil em 2025, com o Conselho das Finanças Públicas (CFP) a alertar que esse crescimento acontece no contexto "particularmente relevante" de envelhecimento dos especialistas dessa área.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciou hoje ter apreendido 63 armas de fogo em 61 operações de fiscalização em armeiros, entre 22 e 26 de junho, empregando 105 operacionais em todos os comandos territoriais.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 2.300 furtos em residências neste ano e alertou para as “férias de verão, períodos em que muitas habitações ficam temporariamente desocupadas”.
A Associação de Empresas de Medicina do Trabalho alertou hoje que a falta de médicos está a impedir o cumprimento da lei e apelou ao Governo para adotar medidas urgentes que evitem sanções às empresas por atrasos nas consultas.