Sistema de prescrição eletrónica já está a funcionar

© D.R.

O sistema de prescrição eletrónica, que sofreu na quinta-feira constrangimentos que impediram médicos de passarem receitas e utentes de comprar medicamentos, já está a funcionar, mas ainda poderá ocorrer alguma falha, anunciou hoje a entidade responsável.

A informação dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) refere que os constrangimentos nos Sistemas de Prescrição da Saúde se deveram “a problemas de natureza técnica, mas estão, de momento, a funcionar”.

“Esta dificuldade no sistema central afetou a prescrição de medicamentos, de meios complementares de diagnóstico e terapêutica e de cuidados de saúde respiratórios, havendo casos em que os médicos tiveram dificuldade em prescrever eletronicamente, e outros em que os utentes sentiram limitações a aviar as suas receitas”, adiantam.

Os SPMS adiantam que as suas equipas técnicas estão, em conjunto com os fabricantes dos produtos envolvidos, a trabalhar na mitigação desses constrangimentos, para normalização total do acesso aos serviços.

“No entanto, poderá ainda ocorrer alguma flutuação na qualidade dos serviços afetados. Assim, a SPMS informou todos os médicos da situação, criou canais para a comunicação e resolução de problemas e ativou planos de contingência, nomeadamente a prescrição manual, por forma a minimizar o impacto para profissionais e utentes”, salientam os SPMS em comunicado.

Segundo os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), a PEM é utilizada em praticamente todo o Serviço Nacional de Saúde por cerca de 8.300 médicos por dia.

Este sistema é responsável por cerca de 90% do total de prescrições registadas diariamente em Portugal, totalizando cerca de 89.000 receitas geradas por dia e mais de 467.000 de embalagens de medicamentos registadas.

Últimas do País

A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.
O CHEGA pediu, a 14 de outubro, a presença urgente do ministro da Agricultura no Parlamento, após a deteção do vírus 'Shamonda' em seis explorações bovinas portuguesas. Oito dias depois, França confirmou o primeiro caso conhecido de infeção humana, num doente que morreu no início do mês.
Dois equatorianos, um colombiano e um venezuelano foram intercetados pela Marinha Portuguesa a bordo de uma embarcação semissubmersível que transportava 1740 quilos de cocaína, avaliados em mais de 62 milhões de euros. Os quatro homens, detidos em outubro de 2025, foram agora condenados pelo Tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, a penas entre 10 e 14 anos de prisão por envolvimento numa rede internacional de tráfico de droga.
O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.