Sistema de prescrição eletrónica já está a funcionar

© D.R.

O sistema de prescrição eletrónica, que sofreu na quinta-feira constrangimentos que impediram médicos de passarem receitas e utentes de comprar medicamentos, já está a funcionar, mas ainda poderá ocorrer alguma falha, anunciou hoje a entidade responsável.

A informação dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) refere que os constrangimentos nos Sistemas de Prescrição da Saúde se deveram “a problemas de natureza técnica, mas estão, de momento, a funcionar”.

“Esta dificuldade no sistema central afetou a prescrição de medicamentos, de meios complementares de diagnóstico e terapêutica e de cuidados de saúde respiratórios, havendo casos em que os médicos tiveram dificuldade em prescrever eletronicamente, e outros em que os utentes sentiram limitações a aviar as suas receitas”, adiantam.

Os SPMS adiantam que as suas equipas técnicas estão, em conjunto com os fabricantes dos produtos envolvidos, a trabalhar na mitigação desses constrangimentos, para normalização total do acesso aos serviços.

“No entanto, poderá ainda ocorrer alguma flutuação na qualidade dos serviços afetados. Assim, a SPMS informou todos os médicos da situação, criou canais para a comunicação e resolução de problemas e ativou planos de contingência, nomeadamente a prescrição manual, por forma a minimizar o impacto para profissionais e utentes”, salientam os SPMS em comunicado.

Segundo os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), a PEM é utilizada em praticamente todo o Serviço Nacional de Saúde por cerca de 8.300 médicos por dia.

Este sistema é responsável por cerca de 90% do total de prescrições registadas diariamente em Portugal, totalizando cerca de 89.000 receitas geradas por dia e mais de 467.000 de embalagens de medicamentos registadas.

Últimas do País

O relatório identifica falhas na escolha de procedimentos e adjudicações repetidas num universo de 12,6 milhões de euros.
Os furtos por carteiristas aumentaram em 2025, com 7.443 ocorrências registadas, a maioria nos distritos de Lisboa e do Porto, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).
A proposta do CHEGA para a realização de uma auditoria independente às contas e contratações da Câmara Municipal de Oeiras foi chumbada, poucos dias depois de ter sido conhecida a acusação do Ministério Público que envolve Isaltino Morais e mais 22 arguidos por alegado uso indevido de cerca de 150 mil euros em despesas com refeições.
Um homem, de 41 anos, foi detido pela PSP por suspeitas de exercer violência doméstica contra a companheira e a mãe, nas Furnas, no concelho da Povoação, nos Açores, revelou hoje aquela força de segurança.
Mais de uma centena de bombeiros estão a combater um incêndio florestal em Aveiro, não havendo casas em risco, informou fonte dos Bombeiros.
A coordenadora da Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídio em Violência Doméstica defendeu hoje que as audições para memória futura, previstas na proposta do Governo para as vítimas de violência doméstica, sejam alargadas a pessoas com outras vulnerabilidades.
A Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS) apelou esta terça-feira a um reforço da segurança dos banhistas durante as férias da Páscoa, considerado o período mais crítico para o afogamento nas praias ainda sem vigilância.
A União Europeia registou em 2025 a pior época de incêndios mais devastadora desde que há registos, com 1.079 milhões de hectares ardidos, quase metade (460.585) em Portugal e Espanha, segundo dados esta terça-feira divulgados.
O Relatório Anual de Segurança Interna confirma aumento dos crimes participados. Roubo domina criminalidade violenta e violação atinge máximo da última década.
A Guarda Nacional República alertou hoje para o "peso psicológico profundo" nos militares que trabalham na área da violência doméstica, pela exposição continua a traumas, um fator de risco para esgotamentos e que pode afastar profissionais.