O CHEGA foi o partido com mais projetos apresentados e todos foram chumbados

© Parlamento

O CHEGA foi o partido que apresentou mais projetos de lei nesta legislatura, escreve o Diário de Notícias na edição deste domingo. O partido de André Ventura deu entrada com 169 projetos, a par do PAN, mas o rolo compressor do Partido Socialista fez com que nem uma proposta fosse aprovada.
Atrás do CHEGA, em termos de produção de iniciativas legislativas, esteve o PCP, com 153 iniciativas e o Bloco de Esquerda, com 128 projetos de lei, sendo que estes partidos têm um histórico parlamentar que lhes permite repescar iniciativas apresentadas noutras sessões legislativas.
Por outro lado, o CHEGA foi o único partido a ver todas as suas iniciativas chumbadas, mantendo-se assim a ‘cerca sanitária’ em relação ao partido liderado por André Ventura.
Já os partidos da oposição que lideram o ranking em termos de iniciativas aprovadas pela maioria socialista, destaca-se a Iniciativa Liberal, com 9 propostas aprovadas, seguida do PAN, com 8 propostas aprovadas e do PSD, com 7 propostas a terem luz verde dos socialistas.

Últimas de Política Nacional

Os requerimentos, apresentados pelo CHEGA, JPP e PS, foram aprovados hoje por unanimidade na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação (CIMH).
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, acusou hoje Luís Marques Mendes de criar "fumaça" sobre o Orçamento do Estado para 2027 por estar "desesperado" e a "descer nas sondagens".
O candidato presidencial André Ventura considerou hoje que o Presidente da República tem legitimidade para dizer ao Governo "para onde é que tem de ir" em diferentes políticas e áreas da sociedade.
O candidato presidencial e líder do CHEGA acusou o primeiro-ministro e presidente do PSD de querer uma "marioneta" em Belém ao apelar ao voto em Marques Mendes e de estar "com medo" da sua candidatura.
Diplomacia, poder e vida pessoal cruzam-se em Budapeste: Maria Cristina Castanheta, companheira de Henrique Gouveia e Melo, foi nomeada embaixadora de Portugal na Hungria, numa decisão já validada por Belém e pelo Governo e que surge em pleno arranque da corrida presidencial.
Apesar de ter ficado provado o arremesso de objetos, incluindo pedras e garrafas, e de um jornalista ter sido ferido, o Ministério Público concluiu que não existem indícios suficientes para levar a julgamento os manifestantes não identificados.
O Supremo Tribunal de Justiça anulou as medidas de coação agravadas aplicadas pela Relação de Lisboa no processo de corrupção da Madeira, considerando que os factos invocados não sustentavam qualquer limitação à liberdade dos arguidos. Pedro Calado e dois empresários regressam ao simples Termo de Identidade e Residência.
André Ventura defendeu que um Presidente da República não deve interferir em processos judiciais concretos e acusou os candidatos da esquerda de já terem “chegado a um acordo” político que escondem do eleitorado.
O Líder do CHEGA elogia o diagnóstico de Marcelo Rebelo de Sousa sobre o país, mas deixa o alerta: “Portugal não precisa de análises, precisa de ação”.
O Presidente da Assembleia da República (PAR) criticou hoje o ambiente de “desconfiança permanente” sobre os políticos e, a propósito das presidenciais, reservou um eventual processo de revisão constitucional para o órgão competente: o Parlamento, cujos trabalhos dirige.