Acesso rodoviário ao Cristo Rei condicionado de 31 de julho a 07 de agosto

© D.R.

A circulação rodoviária no acesso ao Santuário do Cristo Rei, em Almada, vai estar condicionada entre 31 de julho e 07 de agosto devido ao acolhimento de peregrinos durante a Jornada Mundial da Juventude(JMJ), foi hoje anunciado.

Mais de um milhão de pessoas são esperadas em Lisboa para a JMJ, que se realiza de 01 a 06 de agosto e conta com a presença do Papa Francisco.

Numa informação disponibilizada no seu ‘site’, a Câmara Municipal de Almada, no distrito de Setúbal, explica que os condicionamentos ao santuário prendem-se também com o esperado grande afluxo de visitantes ao concelho.

Nesses dias, entre as 08:00 e as 20:00, adianta a autarquia, vai ser condicionado o acesso e o estacionamento na Av. Cristo Rei e arruamentos envolventes, estando previstas exceções, nomeadamente para viaturas de emergência e de segurança pública, acesso a equipamentos de apoio social, transporte de pessoas com mobilidade reduzida e moradores da área condicionada.

Durante esse período, o trânsito estará proibido, exceto para moradores, viaturas de emergência e Carris Metropolitana, na Avenida Cristo Rei, nas ruas Fernão Lourenço, Paula Vicente, Dr. Manuel de Lourosa, Afonso Galo, Padre Ângelo Firmino Silva, das Fontainhas, Frei Silvestre de Almada, das Torcatas e Melvin Jones e na praceta Melvin Jones.

Considerado o maior acontecimento da Igreja Católica, a JMJ nasceu por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso de um encontro com jovens em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

O Papa, primeiro a inscrever-se na JMJ, chega a Lisboa no dia 02 de agosto, tendo prevista uma visita de duas horas ao Santuário de Fátima no dia 05 para rezar pela paz e pelo fim da guerra na Ucrânia.

As principais cerimónias da jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures, e no Parque Eduardo VII, no centro da capital.

 

Últimas do País

Quinze pessoas deram entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, por intoxicação com monóxido de carbono com origem em geradores, após a depressão Kristin, disse hoje à agência Lusa fonte hospitalar.
O candidato presidencial André Ventura apontou hoje um "falhanço do Estado" na gestão dos efeitos do mau tempo e apelou ao Governo que lance uma linha de apoio a fundo perdido e empenhe mais militares na ajuda às populações.
O Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo alertou hoje para o risco de ocorrência de inundações, cheias, penetrações de terras e derrocadas devido ao mau tempo e à subida dos caudais.
O Hospital de Santo André, em Leiria, recebeu 545 feridos com traumas devido a situações relacionadas com acidentes em trabalhos de limpeza e reconstrução após a depressão Kristin, revelou à Lusa fonte hospitalar.
O presidente do conselho de administração da E-Redes, José Ferrari Careto, afirmou hoje não haver previsibilidade sobre quando será possível ter o restabelecimento total de energia elétrica à região afetada pela depressão Kristin.
Com casas destruídas, dias sem eletricidade e prejuízos que contam-se em milhares de euros, o Governo respondeu à tempestade Kristin com cheques de poucas centenas. População aponta os apoios como “desfasados da realidade” e incapazes de responder aos custos reais de recuperação.
Um homem morreu na madrugada de hoje no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador, disseram à Lusa fontes da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Proteção Civil.
Luís Montenegro declarou o prolongamento do estado de calamidade até dia 8 de fevereiro, logo após a reunião de Conselho de Ministros, em São Bento.
O Governo reúne-se hoje em Conselho de Ministros extraordinário para analisar a situação de calamidade, as medidas de prevenção para os próximos dias e a recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin.
A pilhagem de cabos elétricos na Marinha Grande, distrito de Leiria, é um dos motivos para a falta de água no concelho, um dos mais fustigados pela tempestade da passada quarta-feira, disse hoje o presidente da Câmara.