Fogo de Odemira ainda mobiliza quase 1.000 operacionais no terreno

© DR

O incêndio que deflagrou no sábado no concelho alentejano de Odemira e entrou nos municípios de Monchique e Aljezur (Faro) ainda mobiliza no terreno quase 1.000 operacionais e seis meios aéreos, mesmo estando dominado desde quarta-feira.

Às 10:20, mantinham-se no terreno 989 operacionais, apoiados por 335 veículos e seis meios aéreos, segundo informações publicadas na página de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

O incêndio, que foi dado como dominado às 10:15 de quarta-feira, ainda mantém vários pontos preocupantes, sobretudo na frente sul, pelo que os bombeiros deverão manter-se no terreno nos próximos dias, disse fonte da Proteção Civil num ‘briefing’ realizado na quarta-feira.

A frente sul do incêndio toca os concelhos algarvios de Monchique e Aljezur (distrito de Faro), onde as chamas também entraram, tendo chegado a rodear o centro da vila da Odeceixe, em Aljezur, na segunda-feira à tarde.

A área ardida provocada por este incêndio abrange cerca de 8.400 hectares, num perímetro de 50 quilómetros.

Desde o início do fogo, foram assistidas pelas equipas médicas no local 42 de pessoas e nove foram transportadas para unidades hospitalares, sem registo de situações de gravidade.

O incêndio destruiu pelo menos duas casas, uma de primeira habitação no Vale Juncal, em São Teotónio, concelho de Odemira, e outra, que será uma casa de férias, na zona da Boavista, em Odeceixe, concelho de Aljezur.

As chamas destruíram igualmente uma unidade de turismo rural, também no Vale Juncal, com os proprietários a queixarem-se da falta de assistência dos bombeiros.

Últimas do País

Cidadão estrangeiro, de 33 anos, preparava-se para embarcar no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, quando apresentou um passaporte croata falso. PSP encontrou ainda na sua posse outros dois documentos croatas igualmente fraudulentos.
Homem de 38 anos foi detido pela PSP depois de ter entrado pela janela de uma residência em Alvalade e furtado artigos avaliados em 18.200 euros. Polícia conseguiu recuperar parte dos bens.
Ministro disse que os empréstimos usados na compra dos montes estavam declarados. Em causa estão quatro propriedades situadas na freguesia de São Teotónio, no concelho de Odemira.
Jovens que vão entrar no 7.º ano continuam sem colocação a poucas semanas do início das aulas. Ministério da Educação em silêncio.
Grupo que se apresentava como ‘Diligência Judicial’ é suspeito de ameaçar pessoas e empresas endividadas, apreender bens e obrigar vítimas a assumir dívidas alegadamente inexistentes. Investigação do DIAP de Lisboa e da PJ arrasta-se há mais de seis anos.
Mais de 1,6 milhões de pensionistas de velhice da Segurança Social receberam menos de 870 euros por mês em 2025. Entre os beneficiários de pensões de invalidez, a realidade é ainda mais pesada: cerca de 90% ficaram abaixo daquele valor.
Ministério Público acusa Rui Cristina na sequência de declarações sobre a política de habitação destinada à comunidade cigana. Autarca defende que a Câmara não deve continuar a canalizar dinheiro público para aquele grupo.
Menor foi surpreendido por dois indivíduos de rosto tapado, que efetuaram vários disparos em plena rua. Projétil ficou alojado no tronco e vítima sofreu ainda dois ferimentos na cabeça. Polícia procura os autores do ataque.
Partido avança com pedidos de informação sobre o parque habitacional dos municípios e quer conhecer o número de casas ocupadas e desocupadas, o valor médio das rendas e a dívida acumulada. CHEGA defende maior escrutínio sobre a gestão da habitação pública em plena crise de acesso à casa.
Comerciantes chegaram a oferecer cerca de 20 vezes o preço-base por bancas no interior do histórico mercado do Porto. Já três das quatro lojas exteriores levadas a hasta pública não receberam qualquer proposta. Câmara admite não ter explicação para o contraste.