“Quem recebe subsídios do Estado deve trabalhar para a comunidade. É simples”, diz Ventura

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Um dos problemas que o país parece não conseguir resolver, definitivamente, é o da subsidiodependência. Os jovens acomodam-se a subsídios públicos, mesmo de pequeno valor, e as empresas perdem mão-de-obra fundamental para o desenvolvimento dos negócios e da economia.

Não é apenas nalgumas zonas ou regiões, é um problema transversal. Ao FN vários empresários, sobretudo na área hoteleira e industrial, queixaram-se de que “não aparece ninguém para trabalhar”. Assim, muitos negócios vão ter de encerrar ou recorrer à imigração para colmatar as lacunas de mão-de-obra.

Para o Presidente do CHEGA, uma grande parte do problema continua a estar na cultura enraizada de subsidiodependência. “Não faz sentido que jovens perfeitamente saudáveis e livres estejam a viver do esforço dos outros contribuintes. Quem recebe subsídios públicos de inserção devia trabalhar para a comunidade, é simples de perceber”, remata André Ventura

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O CHEGA questionou hoje a ministra da Justiça sobre as razões para que o material químico apreendido pela Polícia Judiciária que estava no atrelado guardado por uma empresa de construção civil de Barcelos não ter sido destruído.
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Questionados sobre a carta que o Líder do CHEGA endereçou ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, tendo como objeto a demissão do ministro Luís Neves, 59% dos inquiridos da sondagem Aximage afirmam concordar com a posição e atuação de André Ventura.
O CHEGA voltou a exigir fronteiras controladas perante a invasão migratória registada em Ceuta, onde cerca de 49 mil imigrantes entraram ilegalmente em apenas 24 horas, um número que poderá ser ainda mais elevado. Para André Ventura, a Europa tem de travar a imigração ilegal e recuperar imediatamente o controlo das suas fronteiras. “Temos de proteger o país”, afirmou o presidente do partido líder da oposição em Portugal.
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