Entrega de pilhas e equipamentos elétricos apoia IPO, segundo campanha nacional

© facebook/ipolisboa

A gestora de resíduos Electrão vai apoiar financeiramente o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, numa campanha que decorre até final do ano associada à quantidade de pilhas e equipamentos elétricos usados entregue para reciclagem.

Segundo a campanha “Todos pelo IPO”, hoje divulgada em comunicado, os equipamentos elétricos e as pilhas que forem entregues nos mais de nove mil pontos de recolha da Electrão irão “transformar-se” em apoio ao IPO, uma iniciativa que no ano passado reuniu 37 mil euros (pela recolha de 156 toneladas de material) para a instituição de saúde, usados para comprar material cirúrgico.

A edição deste ano, segundo o comunicado das duas entidades, coincide com os 100 anos do IPO.

Na iniciativa também serão contabilizados os grandes eletrodomésticos recolhidos pelo Electrão porta-a-porta, na Área Metropolitana de Lisboa (pedidos através do número 800.262.333).

Electrão e IPO explicam ainda que se podem associar à campanha empresas de todo o país, com a dinamização de ações internas para reunir pilhas, baterias e equipamentos elétricos usados, podendo a recolha ser solicitada ao Electrão.

O valor a atribuir este ano, que depende das quantidades recolhidas, vai destinar-se à compra de equipamento médico.

As duas entidades notam que as pilhas, baterias e os equipamentos elétricos usados que não são corretamente encaminhados para reciclagem constituem um problema grave para o ambiente e para a saúde humana. E frisam a importância de estes aparelhos serem encaminhados para reciclagem em unidades especializadas.

O IPO de é um hospital público do Serviço Nacional de Saúde com um século de experiência na investigação, estudo e tratamento da doença oncológica. Tem cerca de 2.070 trabalhadores e recebe doentes das regiões de Lisboa e sul do país, das ilhas (Açores e Madeira) e ainda dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos é responsável pela recolha de embalagens, pilhas e equipamentos elétricos usados.

Últimas do País

Desde 2022, 928 vítimas de violência doméstica receberam o subsídio de reestruturação familiar, destinado a compensar a perda temporária de rendimentos decorrente do afastamento do agressor, revelou hoje o Instituto da Segurança Social (ISS).
As aulas presenciais no Centro de Formação de Portalegre da GNR foram hoje retomadas, mas a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) alertou que mantém-se nas instalações uma praga de percevejos.
A recomendação é garantir a cobrança dos cuidados faturáveis a cidadãos estrangeiros não residentes. O problema é que os hospitais não conseguem determinar antecipadamente quanto custa cada episódio de urgência.
Três homens de nacionalidade estrangeira, com 26, 31 e 32 anos, são suspeitos de receber diferentes tipos de droga através de encomendas postais, preparar doses individuais e vendê-las diretamente aos consumidores. Ficaram em prisão preventiva.
Portugal tinha no final de 2025 um total de 1.585.854 cidadãos estrangeiros a residir no país, mais 38 mil que no ano anterior, anunciou hoje a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).
Uma mulher, de 40 anos, detida a 14 de setembro por suspeita de esfaquear o companheiro em Aveiro vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, informou hoje a PSP.
Mais de 80 concelhos de nove distritos de Portugal continental estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, num dia em que as temperaturas máximas vão continuar acima dos 30 graus na generalidade do território, segundo o IPMA.
Álcool ao volante, permanência ilegal em Portugal, armas proibidas, droga e documentos falsificados. Uma operação especial da GNR realizada nos concelhos de Grândola, Moita e Sesimbra terminou com 16 pessoas detidas, 60 autos de contraordenação e várias apreensões.
Homem de 33 anos era procurado pelas autoridades brasileiras para cumprir cinco anos de prisão pelo sequestro da ex-companheira, mãe dos seus filhos. O crime ocorreu em 2017 e o suspeito refugiou-se em Portugal em 2022, depois de ter conhecimento da acusação. Foi agora localizado e detido pela PJ na Guarda.
Mulher é suspeita de ter incendiado uma maca nas Urgências do Hospital de Santa Maria e, depois de abandonar o local, uma viatura estacionada no parque da unidade hospitalar. A Polícia Judiciária deteve a paciente após esta ter recebido alta.