“A verdadeira Direita tem de decidir se quer estar do lado da banca ou das famílias”, diz Ventura

© Folha Nacional

O CHEGA realizou ontem a tradicional rentrée do Partido no Algarve, desta vez em Lagos, no contexto de um crescente confronto institucional e de perseguição ao partido.

André Ventura, presidente do partido, respondeu aos criticos internos e comentou os recentes desenvolvimentos em torno das eleições regionais da Madeira, mas não deixou de apontar aos adversários à direita.

“O PSD e a IL têm de decidir se querem ser a direita elitista ou se querem ser partidos verdadeiramente populares”, referiu Ventura que guardou para o final a apresentação da proposta do CHEGA referente à taxa extraordinária sobre os lucros da banca para apoiar as famílias no crédito à habitação.
“A Direita em Portugal tem de decidir se quer estar ao lado da banca ou das famílias portuguesas em dificuldades. Nós não temos dúvidas”, acrescentou o Presidente do Partido.

Últimas de Política Nacional

O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, considerou que só perderá a segunda volta das eleições presidenciais "por egoísmo do PSD, da Iniciativa Liberal ou de outros partidos que se dizem de direita".
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, pediu no domingo aos eleitores para que “não tenham medo da mudança” e disse ser uma “escolha segura” para o país, ao contrário do socialista António José Seguro.
António José Seguro e André Ventura foram os vencedores da primeira volta das presidenciais de domingo, marcando presença na disputa de 08 de fevereiro, numa eleição em que Luís Marques Mendes registou para o PSD o pior resultado de sempre em atos eleitorais.
O candidato presidencial André Ventura afirmou que irá agregar a direita a partir de hoje, face às projeções que indicam uma segunda volta das eleições entre o líder do CHEGA e António José Seguro, apoiado pelo PS.
O secretário-geral do CHEGA, Pedro Pinto, hoje que o país está perante “uma noite histórica” e manifestou-se confiante na passagem de André Ventura na segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro.
A influência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 16h00 de hoje, nos 45,51%, segundos dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou nas últimas eleições.
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, hoje que a campanha pôde ter sido mais esclarecedora mas apelou aos portugueses para que se mobilizassem e aproveitassem o “dia fantástico” para votar.
Mais de 11 milhões de candidatos são hoje chamados a escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições para a Presidência da República muito disputadas e com registo de 11 candidatos.
O candidato presidencial apoiado pelo Chega disse hoje esperar que os líderes do PSD e IL “não sejam pelo menos um obstáculo” a uma vitória sua “que impeça o socialismo” de regressar ao Palácio de Belém.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA reforçou na quinta-feira à noite o apelo ao voto no domingo alegando que "a mudança nunca esteve tão perto".