“Os políticos não podem enriquecer sem justificação. Têm de se explicar”, defende Ventura

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Recentemente foi notícia a acusação de que o atual presidente do Governo regional da Madeira, Miguel Albuquerque, seria hoje dos políticos mais ricos do país, o que não acontecia antes da sua tomada de posse como governante regional, segundo acusou o atual candidato do Partido Socialista.

Face ao exposto, o Presidente do CHEGA anunciou que o partido vai avançar, novamente, com uma proposta ambiciosa em termos de penalização do enriquecimento ilícito dos titulares de cargos públicos.

“A lei que temos não serve. Os políticos sentem que não há consequências. Não se pode enriquecer na política sem dar explicações, não devia acontecer”, concluiu André Ventura.

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Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
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O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.