“Os políticos não podem enriquecer sem justificação. Têm de se explicar”, defende Ventura

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Recentemente foi notícia a acusação de que o atual presidente do Governo regional da Madeira, Miguel Albuquerque, seria hoje dos políticos mais ricos do país, o que não acontecia antes da sua tomada de posse como governante regional, segundo acusou o atual candidato do Partido Socialista.

Face ao exposto, o Presidente do CHEGA anunciou que o partido vai avançar, novamente, com uma proposta ambiciosa em termos de penalização do enriquecimento ilícito dos titulares de cargos públicos.

“A lei que temos não serve. Os políticos sentem que não há consequências. Não se pode enriquecer na política sem dar explicações, não devia acontecer”, concluiu André Ventura.

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O presidente do CHEGA afirmou que "tudo correu mal" neste modelo de digitalização da correção dos exames e atribuiu a responsabilidade máxima ao ministro da Educação.
A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) aplicou uma coima de 160 mil euros à Vodafone para alterar unilateralmente as condições contratuais de 448.236 clientes, sem ter comunicado as alterações.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve no Porto um homem de 42 anos procurado pelas autoridades brasileiras para cumprir uma pena de prisão por suspeita de crimes sexuais contra crianças, informou hoje aquele órgão de polícia criminal.
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A aprovação, no Parlamento, da proposta de lei que proíbe a ocultação integral do rosto em espaços públicos está a gerar reações entre islâmicos residentes em Portugal que afirmam usar burca. Em publicações nas redes sociais, vários dizem que vão abandonar o país caso a legislação entre efetivamente em vigor.
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O partido liderado por André Ventura quer alterar a lei para impedir que autores de assaltos possam receber indemnizações quando ficam feridos ou morrem na sequência do crime. A proposta surge depois de vários casos mediáticos, entre eles o de um ladrão que foi indemnizado em 30 mil euros após ser atropelado pelo proprietário da casa que tinha acabado de assaltar.
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