PSP controlou mais de 260.000 passageiros em Lisboa na semana em que assumiu competências do SEF

Mais de 260.000 passageiros foram controlados pela PSP no aeroporto de Lisboa na primeira semana em que assumiu as competências do SEF no controlo de fronteiras aéreas, anunciou hoje aquela força de segurança.

© Facebook\ aspppsp

Num comunicado de balanço da primeira semana em que a Polícia de Segurança Pública passou a ter a responsabilidade do controlo das fronteiras aéreas, após a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP indica que, entre 29 de outubro e 05 de novembro, foram controlados mais de 260.000 passageiros nas fronteiras, 120.000 dos quais nas partidas e 140.000 nas chegadas.

Durante o mesmo período, a PSP recusou entrada em Portugal a 29 cidadãos estrangeiros, recebeu 18 pedidos de asilo e deteve um passageiro por uso de documento alheio, além de ter intercetado 386 passageiros, que mereceram avaliação em segunda linha.

A PSP garante que “está completamente comprometida com esta nova atribuição que lhe foi conferida contando com o apoio dos inspetores da Polícia Judiciária afetos a esta missão”.

As competências do SEF foram transferidas para a PSP, GNR e PJ, Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), Instituto de Registo e Notariado (IRN) e Unidade de Coordenação de Fronteiras e Estrangeiros, que funciona sob a alçada do secretário-geral do Sistema de Segurança Interna.

Os inspetores foram transferidos para a PJ e os funcionários não policiais para a AIMA e IRN, existindo “um regime de afetação funcional transitório”, que permite aos inspetores do SEF exercerem funções, até dois anos, na GNR e na PSP nos postos de fronteira aérea e marítima.

Na GNR, que ficará responsável pelas fronteiras marítimas e terrestres, ficaram afetos 80 inspetores, enquanto 324 ficaram na PSP, que assume o controlo das fronteiras aéreas.

Para esta nova missão foi criada na PSP uma nova unidade e, na terça-feira, foi publicado em Diário da República o despacho de nomeação de Pedro Teixeira para o cargo de diretor nacional-adjunto de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço da Polícia de Segurança Pública, em comissão serviço por três anos.

Últimas do País

O setor agrícola declarou prejuízos de cerca de 500 milhões de euros devido ao mau tempo, que ainda carecem de verificação, segundo o último levantamento a que a CAP teve acesso, e os apoios ainda não chegaram ao terreno.
As unidades de imagiologia associadas da ANAUDI realizaram em 2025 menos 894 mil exames de diagnóstico no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS) do que no ano anterior, indicou hoje a associação.
A Marcha pela Vida, realizada este sábado à tarde no centro de Lisboa, terminou com um incidente, sem feridos, em que uma pessoa atirou um objeto incendiário para o meio dos participantes.
O Serviço de Proteção Civil da Madeira atualizou no domingo para 116 o número de ocorrências registadas no arquipélago desde quinta-feira devido ao mau tempo, mais dez do que tinha sinalizado até ao fim do dia de sábado.
A greve nacional de hoje dos enfermeiros teve uma adesão de 71,5%, estando asseguradas pelos profissionais apenas situações urgentes, segundo os dados avançados às 12:30 pelo Sindicato de Enfermeiros Portugueses (SEP).
A PSP preparou um plano de contingência para os aeroportos de Lisboa e Faro para lidar com o aumento de passageiros durante a Páscoa, reforçando estas estruturas com mais polícias e postos de atendimento, revelou hoje aquela polícia.
Algumas das vítimas de abuso sexual na Igreja Católica já foram informadas por telefone da rejeição do seu pedido de compensação financeira, confirmou hoje fonte da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
O Projeto de Lei n.º 465/XVII/1.ª do CHEGA, de alteração ao regime jurídico da atividade de TVDE, foi esta sexta-feira rejeitado com votos contra do PS, Bloco e Iniciativa Liberal e a abstenção do PSD, CDS-PP e PCP.
A greve nacional de hoje dos enfermeiros registou níveis elevados de adesão em vários hospitais do país, levando ao encerramento de blocos operatórios e de partos, segundo um primeiro balanço do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).
O CHEGA viu aprovado na Assembleia da República um projeto de lei que pretende impedir cirurgias de mudança de sexo em menores de idade.