Detetados mais de 400 condutores a usar telemóvel na condução em sete dias

As forças de segurança registaram 10,9 mil infrações, das quais 427 relativas ao uso indevido do telemóvel durante a condução, numa campanha de fiscalização rodoviária nos últimos sete dias, foi hoje anunciado.

© D.R.

A campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR), fiscalizou 47.766 viaturas, entre 28 de novembro e 04 de dezembro, de acordo com um balanço hoje divulgado.

A GNR inspecionou 34.939 veículos, tendo sido verificadas 330 infrações por uso indevido do telemóvel.

Por seu lado, a PSP fiscalizou 12.827 viaturas e registou 97 infrações.

Durante o período da campanha da ANSR, PSP e GNR, foram contabilizados 2.937 acidentes, de que resultaram seis mortos, 38 feridos graves e 814 feridos ligeiros.

As vítimas mortais, cinco homens e uma mulher, tinham idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos e resultaram de três atropelamentos e três despistes, envolvendo ao todo quatro veículos ligeiros, um veículo pesado, um motociclo e um ciclomotor.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Vila Real, Braga, Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Setúbal.

Em relação ao período homólogo de 2022, verificaram-se mais 244 acidentes, menos um óbito, mais 13 feridos graves e mais 94 feridos ligeiros.

Segundo um comunicado das forças de segurança, a campanha está inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2023 e foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de quatro ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela PSP e pela GNR em Alverca, em Chaves, em Bragança e no Porto.

Também foram realizadas ações de fiscalização e sensibilização nas regiões autónomas dos Açores da Madeira.

Na última campanha do PNF de 2023 foram sensibilizados 354 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas mensagens sobre os efeitos negativos do uso do telemóvel durante a condução.

Durante estas ações, mais de 540 mil condutores e mais de 4 mil pessoas foram sensibilizadas presencialmente e cerca de 10 milhões de veículos foram fiscalizados através de radares.

Últimas do País

A linha de aconselhamento psicológico do SNS 24 já atendeu quase meio milhão de chamadas desde que foi criada em abril de 2020, logo após o início da pandemia, aproximando-se atualmente dos 430 atendimentos diários.
A PSP alertou hoje para a circulação de notas falsas em Bragança, usadas para fazer pagamentos em estabelecimentos comerciais e de restauração, tendo sido já constituída arguida uma jovem de 17 anos.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) vai reforçar os meios para assistência a banhistas, entre quinta-feira e 12 de abril, devido à previsão de aumento da temperatura, nas zonas Centro e Sul do país, revelou hoje a AMN.
O partido liderado por André Ventura quer levar mais longe o escrutínio sobre a gestão das vacinas contra a Covid-19 em Portugal e já conseguiu viabilizar no Parlamento um conjunto de audições a entidades-chave, incluindo o Infarmed.
A maioria dos cosméticos, equipamentos de proteção individual e suplementos alimentares comprados online a operadores fora da União Europeia não cumpre as normas europeias de segurança, revelou uma operação divulgada hoje pelo Infarmed que analisou mais de 11.300 produtos.
As prisões portuguesas atingiram em 2025 o seu nível de capacidade máxima pela primeira vez em seis anos, revelou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue hoje na Assembleia da República.
Os tempos de espera para cirurgias programadas passam a partir de quinta-feira a ter apenas dois níveis de prioridade, segundo uma portaria hoje publicada, que duplica a espera em cirurgias para casos mais graves.
Mais de 2.400 organizações alertam hoje para “a lacuna profundamente alarmante e irresponsável na proteção das crianças” com o fim do regime europeu que permite detetar abuso sexual de menores 'online', a partir de 03 de abril.
O CHEGA quer avançar com uma investigação parlamentar à gestão das vacinas contra a covid-19, na sequência das notícias que apontam para ocultação de informações pelo Estado português nos contratos celebrados com farmacêuticas durante a pandemia.
O relatório identifica falhas na escolha de procedimentos e adjudicações repetidas num universo de 12,6 milhões de euros.