CHEGA tem mais seguidores e interações do que todos os outros partidos juntos

Um estudo realizado pela Universidade da Beira Interior indica que o CHEGA é o partido com maior número de seguidores e de interações nas redes sociais.

A análise do Labcom – Comunicação & Artes da UBI foi feita entre o dia 19 de fevereiro, altura em que o Parlamento foi dissolvido pelo Presidente da República e o fim dos debates entre os vários líderes políticos, vindo a confirmar aquilo que já se vem sabendo: que o CHEGA é o partido que mais se destaca nas redes sociais.

De acordo com o estudo intitulado “Radar das Legislativas” indica que “para medir o impacto das campanhas na esfera pública digital, investigadores do LabCom (…) compilaram mais de 11,6 mil publicações e 10,2 milhões de interações nas plataformas mais utilizadas pelos portugueses.”

Os resultados do CHEGA são tão expressivos que superam a soma de todos os outros partidos, tendo alcançado 2,3 milhões de interações, alavancadas sobretudo em boas performances do Facebook e do Instagram.

“Além do potencial para chegar a públicos muito diversos, estas plataformas permitem fugir à mediação informativa dos média tradicionais. Um comício com pouca assistência, por exemplo, pode transformar-se numa ação de sucesso, desde que as imagens partilhadas nas redes sociais sejam captadas na perspetiva que mais interessa ao partido”, referem os autores do estudo.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.