Sindicato Independente dos Médicos alerta para irregularidades no pagamento aos clínicos

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) alertou hoje para irregularidades no pagamento dos médicos por parte de “diversas Unidades Locais de Saúde”, uma situação que se arrasta desde janeiro e se agravou este mês, exigindo “o cumprimento da lei”.

© Facebook do Sindicato Independente dos Médicos

 

O SIM adianta, num comunicado enviado à agência Lusa, ter conhecimento de que várias Unidades Locais de Saúde (ULS) “continuam sem pagar corretamente aos médicos”, adiantando que desde janeiro tem vindo a alertar “repetidamente para as irregularidades”.

Segundo a estrutura sindical, a situação agravou-se neste mês de abril com, entre outras situações, “o não pagamento do salário base conforme o acordo salarial com o SIM”, “o não pagamento dos incentivos às novas USF [Unidades de Saúde Familiar] modelo B, previstos na Lei”.

O sindicato denunciou ainda a falta de pagamento do suplemento de dedicação plena mesmo após a adesão a este regime, a “redução muito significativa” dos vencimentos dos médicos que trabalhavam em modelo B antes de janeiro de 2024 e “manobras dilatórias burocráticas das ULS para tentar impedir a adesão dos médicos à dedicação plena”.

“Passados seis meses do acordo com o SIM, da publicação do alargamento do modelo organizacional das Unidades Locais de Saúde (ULS), da generalização das USF Modelo B, da aprovação da dedicação plena, o SIM considera que esta situação é intolerável e defrauda as legítimas expectativas dos médicos”.

O SIM lamenta que “os médicos sejam reiteradamente tratados de forma diferente conforme o seu local de trabalho”, sublinhando que “se umas (poucas) ULS conseguem pagar, todas deveriam conseguir”.

Como tal, exige “o cumprimento da lei e a correta remuneração dos médicos já”.

Últimas do País

A pobreza persistente afetava 61,7% das pessoas pobres em Portugal, em 2025, de acordo com os resultados do estudo 'Trajetórias da Pobreza e da Privação', hoje divulgados no âmbito do projeto 'Portugal, Balanço Social'.
Luís Peixoto Gomes, de 31 anos, conhecido por “Turko” ou “Sultão”, começa esta quarta-feira a ser julgado no Tribunal de Braga, acusado de tentar matar um jovem de 27 anos, natural de Almada, com pelo menos sete golpes de navalha. O ataque ocorreu durante a Noite Branca de Braga, depois de o arguido ter descoberto a proveniência da vítima.
A WWF Portugal realizou um evento na Assembleia da República, num espaço cuja cedência contou com o voto favorável do CHEGA. Apesar disso, o segundo maior grupo parlamentar não recebeu qualquer convite.
Três indivíduos encapuzados tentaram roubar o automóvel de um casal de idosos, em plena luz do dia, no Carregado. O proprietário da viatura, de 80 anos, procurou impedir o assalto, mas acabou empurrado e caiu ao chão. Os suspeitos armados fugiram sem conseguir levar o Mercedes.
Os dois homens detidos numa operação contra o tráfico de droga ao largo de Faro, na qual morreu um terceiro suspeito, ficaram em prisão preventiva, disse hoje à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia Judiciária (PJ) extraditou na terça-feira para o Reino Unido um português suspeito de homicídio por ter participado há seis anos num confronto de gangues em Manchester que resultou na morte de uma pessoa.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve nas Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, um homem procurador por França por suspeita de "fraude fiscal e branqueamento, através do denominado esquema 'carrossel do IVA'", anunciou hoje a força policial.
Uma intervenção da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Autoestrada 2, na zona de Alcácer do Sal, terminou com a apreensão de cerca de oito mil litros de gasolina.
A Polícia Judiciária e a Autoridade Tributária desencadearam uma operação que envolve o Banco Carregosa e o Banco Angolano de Investimento Europa. Em causa está um esquema de transações imobiliárias destinado a beneficiar de isenções fiscais, com suspeitas de prejuízos de milhões de euros para o Estado.
Ana Sofia Dias, antiga presidente da Junta de Freguesia de Penha de França, em Lisboa, foi contratada pela Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, liderada pelo Partido Socialista. A ex-autarca está acusada dos crimes de corrupção passiva agravada e prevaricação no âmbito do processo Tutti-Frutti, que investiga alegadas irregularidades envolvendo antigos responsáveis autárquicos.