Bombeiros lamentam ausência de reuniões preparatórias de preparação do dispositivo

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) considerou hoje inadequada a forma como está a ser preparado o dispositivo de combate a incêndios rurais para este ano, lamentando a ausência de reuniões preparatórias.

© DR

 

A LBP recebeu da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a diretiva operacional (DON) que estabelece o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para este ano. A ANEPC pede contributos aos bombeiros para que a DON seja aprovada na Comissão Nacional de Proteção Civil, que se realiza a 13 de maio, dois dias antes do primeiro reforço de meios para o combate aos fogos.

Em declarações à Lusa, o presidente da LBP referiu que costuma haver todos os anos reuniões preparatórias, quer na ANEPC, quer no Ministério da Administração Interna, mas este ano tal não está a acontecer, estando apenas marcada a reunião final de 13 de maio para aprovação da DON.

António Nunes criticou também o facto da DON ser este ano aprovada dois dias antes do primeiro reforço do ano dos meios de combate aos incêndios rurais no âmbito do DECIR.

“Os meios são mais ou menos os mesmos. Há uma repetição do ano passado, mas a ANEPC não sabe se os bombeiros têm esses meios”, disse António Nunes, avançando que o dispositivo de combate foi programado sem a ANEPC falar com a LBP e com as corporações de bombeiros, que são quem dispensa o maior número de bombeiros para o DECIR.

António Nunes disse também que a LBP não está de acordo com a fórmula de cálculo dos meios.

Este ano os meios de combate a incêndios são idênticos aos do ano passado, existindo uma pequena alteração nos meios aéreos, que passam de 72 para 70, segundo a DON que vai ser votada na reunião de 13 de maio.

Últimas do País

O número de estudantes estrangeiros disparou nos últimos anos. Mas, por detrás desse crescimento, Portugal perdeu quase 88 mil alunos e centenas de estabelecimentos numa década.
Suspeito de 48 anos foi encontrado a dar murros e pontapés na porta da residência da ex-companheira, enquanto ameaçava matá-la caso não abrisse. A Polícia de Segurança Pública (PSP) apurou que a vítima já tinha sido agredida horas antes e seria alvo de ameaças de morte constantes.
Burlona apresentou-se como funcionária do departamento de segurança do Millennium e convenceu a vítima a fornecer códigos de segurança e dados associados a três contas bancárias. Quando percebeu o esquema, já tinham sido realizados levantamentos, compras e duas transferências internacionais.
Tribunal de Contas detetou contratos entre a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, liderada pelo PS no período em análise, e pessoas ou entidades ligadas a membros da própria Assembleia Municipal. Em causa estão dezenas de adjudicações por ajuste direto para serviços de eletricidade, transportes e gestão de combustíveis. Processo seguiu para o Ministério Público.
GNR intercetou o grupo durante a madrugada, em Tavira, com cerca de 200 jerricans de combustível e um motor de lancha. Horas depois, os 13 arguidos, de nacionalidades espanhola, marroquina e romena, foram libertados e notificados para regressar ao tribunal a 18 de setembro.
Um homem de 22 anos foi detido pela PSP em Beja por suspeitas de tráfico de droga e posse ilegal de arma de fogo, revelou aquela força de segurança.
Ex-governante recebe 5524 euros de reforma e mais 3000 pelas funções de provedor do SUCH, entidade tutelada pelas Finanças e pela Saúde.
Dez pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas, 60 das quais com gravidade, entre 18 de agosto e segunda-feira, indicaram hoje as forças de segurança num balanço conjunto sobre a campanha “Taxa Zero ao Volante”.
Os sete homens detidos no sábado, no âmbito de uma operação que levou à apreensão de mais de cinco toneladas de haxixe junto ao rio Guadiana, no Algarve, ficaram em prisão preventiva, revelou esta segunda-feira fonte da GNR.
Dois homens detidos pela suspeita de atearem incêndios florestais em situações distintas no Peso da Régua e em Sabrosa vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou esta terça-feira fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real.