Ventura diz que “tentativa de ferir ou matar” Trump é “ignóbil e cobarde”

O presidente do CHEGA classificou hoje de "ignóbil e cobarde" o tiroteio que ocorreu no comício do Donald Trump, na Pensilvânia, Estados Unidos, e pediu que os responsáveis sejam "severamente punidos".

© Folha Nacional

“Atentativa de ferir ou matar Donald Trump é ignóbil e cobarde. Há cada vez mais pessoas que não sabem nem querem viver em democracia. É triste!”, disse André Ventura numa publicação na rede social X (antigo Twitter).

O líder do CHEGA disse ainda esperar “que os autores deste ataque deplorável sejam severamente punidos”.

O candidato do Partido Republicado às eleições presidenciais dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado de um comício de campanha na Pensilvânia, com sangue visível na orelha direita, depois de se terem ouvido tiros no recinto, constataram jornalistas da AFP no local.

De acordo com a agência noticiosa, Trump tinha começado a discursar quando se começaram a ouvir estrondos.

Segundo relatou a AP, também no local, o candidato republicano baixou-se rapidamente enquanto os seus guarda-costas o acompanharam do palco até ao carro.

O antigo Presidente norte-americano ergueu o punho em desafio, debaixo de aplausos dos seus apoiantes.

Este foi o último comício de Donald Trump antes da convenção republicana, onde será oficialmente nomeado candidato do Partido Republicano contra o Presidente democrata, Joe Biden, nas eleições de novembro.

Últimas de Política Nacional

O Parlamento elegeu André Ventura como membro do Conselho de Estado, no âmbito de uma lista conjunta entre PSD e CHEGA que garantiu a maioria dos lugares neste órgão consultivo do Presidente da República.
O antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes falhou hoje a eleição para o cargo de provedor de Justiça ao alcançar um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.
O CHEGA acusou hoje o Governo de atirar "dinheiro fora" na saúde e deixar cair novas unidades. André Ventura referiu que "311 milhões de euros foram alienados do PRR e coisas como o Hospital Oriental de Lisboa já não vão avançar".
O líder do CHEGA acusou o Governo de ignorar o impacto real do aumento do custo de vida, questionando a ausência de medidas concretas para aliviar os preços dos combustíveis, da alimentação e a carga fiscal sobre as famílias.
Um mês depois de uma polémica envolvendo alegado favorecimento, o Secretário de Estado da Gestão da Saúde foi exonerado a seu pedido, sendo substituído de imediato por um gestor com longa carreira financeira.
A passagem de Silvério Regalado pela Câmara Municipal de Vagos está a gerar crescente contestação no concelho, depois de terem vindo a público os números das contas municipais.
O presidente do CHEGA revelou este sábado que o partido e o Governo PSD/CDS-PP têm reuniões marcadas, para a próxima semana, para discutir o fim do visto prévio do Tribunal de Contas em contratos até aos 10 milhões de euros.
O líder do CHEGA disse estar disponível para chegar a um consenso com o Governo PSD/CDS-PP na revisão laboral, mediante algumas condições, mas, para isso, o executivo tem de querer e parar “de se vitimizar”.
PSD e CDS votam contra redução da carga fiscal sobre os combustíveis. Proposta do CHEGA é rejeitada e preços mantêm-se sob pressão para as famílias.
O presidente do CHEGA, André Ventura, disse hoje que aceitou debatedor, na segunda-feira, com o historiador José Pacheco Pereira, que no domingo tinha desafiado o político de direita radical a esgrimir argumentos com base em "factos e documentos".