Localizados quatro dos cinco corpos dos militares da GNR que ocupavam helicóptero

Dois dos três corpos dos militares da GNR ainda desaparecidos no Douro na sequência da queda de hoje do helicóptero de combate a incêndios foram encontrados, tendo já sido localizados quatro no total, segundo a Proteção Civil.

© D.R.

 

Fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) disse à Lusa que foram encontrados mais dois corpos, num total de quatro localizados, continuando desaparecido um outro elemento da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPC) que estava no helicóptero.

O helicóptero amarou no rio Douro pelas 12:50, próximo da localidade de Samodães, Lamego, transportando seis passageiros, nomeadamente um piloto e uma equipa de cinco militares da UEPS que regressava do combate a um incêndio no concelho de Baião.

O piloto da aeronave foi resgatado com vida, apenas com ferimentos ligeiros.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil indicou que “de imediato” foram enviados meios de socorro para o local.

Segundo a ANEPC, estão no local 122 operacionais, 39 viaturas e três meios aéreos.

A GNR referiu que as buscas no rio estão a ser feitas com meios da polícia marítima, bombeiros, mergulhadores, embarcações de recreio e militares da GNR.

A Guarda disse ainda que desconhecem, para já, as causas do acidente.

Últimas do País

O coordenador da Comissão de Trabalhadores do INEM, Rui Gonçalves, denunciou hoje um "forte desinvestimento" no Instituto nos últimos anos e lamentou a existência de "dirigentes fracos", defendendo uma refundação que garanta a resposta em emergência médica.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu hoje dois inquéritos para apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira enquanto esperavam por socorro.
Portugal regista desde o início de dezembro um excesso de mortalidade de cerca de 22% associado ao frio e à epidemia de gripe, com aumento proporcional das mortes por doenças respiratórias, segundo uma análise preliminar da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A enfermeira diretora da ULS Amadora-Sintra demitiu-se do cargo, alegando não existirem condições para continuar a exercer funções, anunciou hoje a instituição.
O INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses acordaram hoje um reforço de meios permanentes ao serviço da emergência médica, ainda não quantificado, mas que inicialmente se vai focar em responder a constrangimentos na margem sul de Lisboa.
Do Seixal a Sesimbra e a Tavira, o padrão repete-se: três pessoas morreram em diferentes pontos do país após esperas prolongadas por assistência médica, num retrato da rutura do socorro.
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) abriu uma auditoria interna aos procedimentos associados ao caso da mulher que morreu na Quinta do Conde, Sesimbra, depois de esperar mais de 40 minutos por socorro.
O Tribunal Judicial de Leiria começa a julgar no dia 23 um professor acusado de dois crimes de maus-tratos em concurso aparente com dois crimes de ofensa à integridade física qualificada.
O atraso no socorro voltou a ter consequências fatais. Uma idosa morreu na tarde de quarta-feira, na Quinta do Conde, após uma longa espera por assistência médica, com a ambulância mais próxima a mais de 30 quilómetros.
O Tribunal de Santarém condenou a prisão efetiva um homem responsável por três incêndios florestais, dois deles junto a zonas habitadas. A autoria foi confessada e considerada plenamente provada, apesar da tentativa de disfarçar os crimes alertando o 112.