Polícias prometem voltar aos protestos durante votação do OE2025

Depois de uma minoria de sindicatos aceitar realizar um acordo com o Governo, cinco sindicatos da PSP juntaram-se, numa coligação, para marcar presença nas galerias do Parlamento, nos dias em que se irá discutir o Orçamento do Estado (OE2025).

© Instagram PSP

Luís Montenegro, que tinha afirmado “nem mais um cêntimo” em relação às reivindicações dos polícias, realizou um acordo com três sindicatos da PSP.

O Sindicato Nacional da Polícia acredita que todas as forças de segurança deveriam receber aumentos, sem fazer distinções.

“Caminhamos para a extinção da polícia por falta de elementos, porque não há uma valorização”, afirmou Armando Ferreira, Presidente do Sindicato Nacional da polícia, à SIC.

A coligação de sindicatos da PSP continua a exigir um aumento do suplemento de risco, prometendo protestar durante as votações do OE2025.

Após ter sido dada, no presente mês, autorização aos Bombeiros para entrarem no edifício da Assembleia da República com as suas fardas, os polícias admitem que essa também é uma possibilidade.

Últimas do País

A GNR deteve uma mulher de 77 anos no concelho de Pinhel por incêndio florestal originado numa queima de vegetação que se descontrolou e consumiu 0,2 hectares de pasto e mato.
Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.