Escolas portuguesas têm mais de 45 mil computadores avariados

Em Portugal, “as escolas reportaram necessidade de reparação ou de aquisição de 45.024 computadores”, segundo informação revelada pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) ao Jornal de Notícias (JN).

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O Governo atribuiu uma verba de 10 milhões de euros para a substituição destes equipamentos, de forma a garantir condições para a realização de provas digitais.

O valor começou a ser distribuído em novembro, sendo que os diretores terão de lançar os concursos a partir de janeiro. Porém, surge um problema: as provas-ensaio destinadas aos alunos que realizarão provas digitais no final do ano letivo, estão previstas para fevereiro.

“A execução implica irmos às compras públicas. Temos de cumprir um modelo muito burocrático, com prazos, que exige autorizações e cadernos de encargos. E as escolas não têm profissionais com conhecimento jurídico. Corremos sempre riscos”, defende o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). Manuel Pereira alerta que os novos computadores podem não chegar a tempo dos testes digitais.

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Registos foram reorganizados e quase 170 mil inscritos ficaram fora do universo elegível. Ainda assim, mais de 1,36 milhões de utentes que cumprem os critérios continuam à espera de um médico.
Pontos que não aparecem, ofertas que falham e problemas com campanhas estão entre as principais razões de queixa. Setor soma praticamente tantas reclamações em oito meses como em todo o ano passado.
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Ataque ocorreu em plena rua e terá sido antecedido por várias tentativas de agressão. Vítima, também com 17 anos, tentou fugir, mas foi perseguida e atingida no tórax com uma faca de grandes dimensões. Suspeito foi detido pela PJ e ficou em prisão preventiva.