Desconvocada greve na Groundforce!

© Groundforce

O Sindicato dos Trabalhadores dos Aeroportos Manutenção e Aviação (STAMA) desconvocou a greve da Groundforce que deveria começar na sexta-feira, anunciou a estrutura sindical.

Segundo explicou à agência Lusa Fernando Simões, do STAMA, a administração de insolvência da Groundforce demonstrou vontade em ir ao encontro das reivindicações dos trabalhadores.

“Neste momento há uma declaração de compromisso de finalizar um acordo no sentido de acatar essas reivindicações, pelo que nós, de boa fé, acedemos levantar a greve”, afirmou o dirigente sindical.

Questionado pela Lusa sobre que reivindicações estavam abrangidas por esse compromisso de resposta por parte da empresa, o responsável apontou como exemplo o não cumprimento do Acordo de Empresa no que diz respeito às trocas de horários.

“As trocas de horários são feitas de uma forma que não respeita o que está plasmado no Acordo de Empresa e, quando os trabalhadores dizem que não, porque não cumpre o que está estabelecido no acordo, têm tido problemas até do foro disciplinar”, exemplificou.

O dirigente sindical salientou ainda o “esforço da parte da administração para ir ao encontro das reivindicações dos trabalhadores.

“O compromisso que foi assumido connosco faz-nos acreditar que vamos chegar a um entendimento, só falta finalizá-lo. As garantias que nos foram dadas foram de tal forma que vemos com bons olhos levantar já a greve”, acrescentou.

O pré-aviso de greve que tinha sido emitido pelo STAMA abrangia as 24 horas dos dias 03 e 04 de março e, a partir de dia 05, aplicava-se apenas ao trabalho extraordinário, incluindo dias de feriado.

Últimas do País

Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.
Conceição Cabrita, antiga presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, eleita pelo PSD, começou a ser julgada no Tribunal de Faro por suspeitas de corrupção, abuso de poder, prevaricação e falsificação de documentos. A ex-autarca terá recebido milhares de euros de um empresário local.