CHEGA/Açores questiona IRAE sobre especulação nos preços

©Folha Nacional

O deputado do CHEGA/Açores no parlamento regional questionou hoje a Inspeção Regional das Atividades Económicas (IRAE) sobre o que tem feito para fiscalizar as margens de comercialização e vendas de bens alimentares na região.
Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa Regional dos Açores, José Pacheco, também líder do partido na região, considera que se torna “cada vez mais necessário avaliar, fiscalizar e monitorizar os preços praticados no mercado de forma a evitar a especulação na venda dos produtos”.

Citado em nota de imprensa, o deputado questiona se houve lugar à aplicação de contraordenações nos casos em que foram detetadas irregularidades e em que ilhas dos Açores tal aconteceu.

José Pacheco quer saber se a região tem delineada alguma estratégia para a deteção de práticas especulativas no arquipélago face ao aumento dos preços das matérias-primas, bem como dos combustíveis, “que se têm refletido, há muitos meses, no aumento dos preços dos bens alimentares e causado uma subida galopante dos preços dos bens alimentares ao consumidor”.

De acordo com o parlamentar, a “contínua subida dos preços dos bens alimentares está a deixar muitas famílias açorianas sem capacidades económicas para viverem com as devidas condições de dignidade e mesmo sem condições para suportarem todas as despesas familiares, incluindo as alimentares”.

José Pacheco não duvida que “possa haver quem se esteja a aproveitar da situação que se vive atualmente para aumentar os preços dos bens essenciais”, defendendo ser “preciso clarificar e acompanhar toda esta situação e punir quem se esteja a aproveitar dos açorianos”.

Últimas de Política Nacional

Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.
A Assembleia Municipal de Oeiras rejeitou uma proposta apresentada pelo CHEGA que defendia a transmissão pública das reuniões da Câmara Municipal e das Assembleias de Freguesia do concelho.
O CHEGA entregou este domingo a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.