GNR inicia hoje operação para fiscalizar excesso de velocidade

© Facebook / GNR

A Guarda Nacional Republicana iniciou hoje em todo o país uma operação de fiscalização rodoviária direcionada para controlar o excesso de velocidade, uma das principais causas de acidentes.

Em comunicado, a GNR refere que a operação, que decorre no âmbito da Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol), vai realizar-se até domingo e as ações de fiscalização são orientadas para as estradas mais críticas e onde se verifique uma maior sinistralidade e infração aos limites de velocidade.

A GNR explica que desde 2021 é membro da RoadPol, organização estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas rodoviárias, e desde essa data que integra no seu planeamento operacional as operações planeadas pela organização.

Com esta ação, realizada no âmbito do planeamento anual da RoadPol, a GNR pretende também sensibilizar a sociedade para comportamentos mais seguros por parte dos condutores e passageiros, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas.

Aquela força de segurança indica que registou um total de 78.896 acidentes de viação no ano passado, sendo que destes, pelo menos 3.816 tiveram como a sua principal causa a velocidade excessiva ou o excesso de velocidade.

A GNR refere ainda que foram registadas 119.651 infrações por excesso de velocidade em 2022.

“Com esta ação, pretende-se também sensibilizar a sociedade para a importância da adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas”, precisa ainda a corporação.

Últimas do País

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo um inquérito divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.