Hospital de Trás-os-Montes inova para tratar aneurisma da aorta abdominal

© D.R.

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), sediado em Vila Real, anunciou hoje ter realizado, pela “primeira vez”, uma intervenção por via endovascular a um aneurisma complexo da aorta abdominal utilizando a técnica “diferenciadora” de ‘Chimney’.

“Esta diferenciação técnica permite alargar a oferta terapêutica aos nossos doentes e, também, aumentar a atratividade deste centro hospitalar na fixação de profissionais de saúde nesta região”, afirmou, citado em comunicado, Luís Machado, responsável pela Unidade de Angiologia e Cirurgia Vascular do CHTMAD.

A técnica de ‘Chimney’ é, segundo foi explicado no comunicado, “altamente diferenciada” e “cuja indicação terapêutica é direcionada para pacientes com situação clínica muito específica, constituindo um desafio pela sua complexidade, riscos e custos acrescidos”.

Por sua vez, o aneurisma da aorta é “uma dilatação anormal da principal artéria do abdómen que, sendo progressiva, aumenta o risco de rotura e, consequentemente, o risco de morte”.

Trata-se, de acordo com o CHTMAD, “um problema de saúde que afeta, sobretudo, homens com mais de 60 anos, fumadores”.

 

O centro hospitalar explicou que, nestes casos, as soluções disponíveis de tratamento são a cirurgia convencional e a cirurgia endovascular, sendo que, esta última, permite o tratamento de uma forma “menos invasiva e é utilizada em doentes com maior risco cirúrgico”.

Em 2022, o CHTMAD tratou, nas duas modalidades, cerca de 20 doentes com aneurismas da aorta abdominal.

O conselho de administração do centro hospitalar, com sede social em Vila Real e que agrega os hospitais de Chaves e de Lamego, congratulou-se pela “melhoria alcançada na prestação de cuidados de saúde à população da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

Últimas do País

O Governo está a preparar uma nova Estratégia Nacional para as Comunidades Ciganas, com medidas nas áreas da educação, habitação, emprego, saúde, associativismo e mediação intercultural, mas continua sem revelar quanto custará o plano aos contribuintes.
O acolhimento de cada refugiado em Portugal pode representar uma despesa pública próxima dos 12 mil euros por ano, considerando os custos com alojamento, alimentação, acompanhamento social e acesso aos cuidados de saúde.
Português de 41 anos fugiu após o homicídio, ocorrido em agosto do ano passado, mas acabou localizado no sul de França. Foi extraditado para Portugal e ficou em prisão preventiva.
A Câmara de Manteigas está a efetuar interrupções programadas no abastecimento de água na zona norte da sede do concelho na sequência da redução do caudal das nascentes que abastecem um dos reservatórios que servem aquela vila.
Operação em Loulé e Albufeira terminou com três detenções, dezenas de buscas e a apreensão de droga, dinheiro, notas falsas e material usado no tráfico. Outros três suspeitos foram constituídos arguidos.
A mulher procurada no Brasil para cumprir pena por tortura e rapto e que foi detida nos Açores ficou "em prisão preventiva a aguardar a tramitação do processo de extradição", disse hoje à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).
Dois homens foram detidos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, na posse de cocaína proveniente de um país da América Central. A droga tinha um elevado grau de pureza e seria suficiente para abastecer o mercado ilícito com pelo menos 610 mil doses individuais.
O partido liderado por André Ventura requereu uma Comissão Parlamentar de Inquérito para escrutinar os três mandatos do atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, à frente da Polícia Judiciária. Em causa estão contratos públicos, a 'Operação Pacoba', alegados conflitos de interesses e o afastamento da PJ da 'Operação Influencer'.
Roubos de viaturas aumentaram 19% no primeiro semestre deste ano e os furtos também continuam a crescer. PSP reforçou o combate ao crime automóvel e duplicou o número de detenções, mas os prejuízos para os proprietários ultrapassaram os 26 milhões de euros em 2025.
Temperaturas a rondar os 40 graus estão a aumentar a pressão sobre os hospitais. Doentes urgentes esperam muito acima do tempo recomendado e os idosos são os mais afetados, com casos de tonturas, desidratação e confusão mental.