Sondagem do Jornal da Madeira atribui ao CHEGA forte grupo parlamentar

Se as eleições fossem hoje, o CHEGA conseguiria eleger um grupo parlamentar de três deputados. Já a CDU, o BE e o PAN não teriam qualquer mandato.

© Folha Nacional

A sondagem da Intercampus para o Jornal da Madeira e para a JMFM, publicada esta segunda-feira, mostra que, se as eleições regionais da Madeira fossem hoje, a coligação PSD e CDS manteria a maioria absoluta com 26 mandatos.

Porém, a mesma sondagem revela que o CHEGA elegeria um grupo parlamentar de, pelo menos, três deputados ao alcançar 4,8% dos votos.

“Para um partido que não tem representação parlamentar na Madeira, eleger um grupo parlamentar de três deputados é uma vitória importante”, disse ao Folha Nacional André Ventura, reagindo aos números da sondagem antes de seguir para a Ribeira Brava onde acompanhará o candidato Miguel Castro em mais uma ação de campanha.

A sondagem mostra também que sem qualquer representação parlamentar ficariam o Bloco de Esquerda, no que seria uma grande derrota para Mariana Mortágua que tem nas eleições na Madeira o seu primeiro grande desafio eleitoral enquanto líder do partido de extrema-esquerda.

Com zero mandatos ficaria também a CDU e o PAN, enquanto a Iniciativa Liberal não iria além de um deputado único.

Últimas de Política Nacional

A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.
O CHEGA vai indicar Rui Gomes da Silva para o Conselho Superior da Magistratura e Fernando Silva para o Conselho Superior do Ministério Público, ambos membros do "Governo sombra" do partido, indicou hoje André Ventura.
O líder do CHEGA revelou hoje que chegou a acordo com o PSD sobre as eleições para os órgãos externos e anunciou que os dois partidos vão apresentar uma lista conjunta de candidatos ao Conselho de Estado.
O CHEGA apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende restringir a realização de celebrações muçulmanas em espaços públicos e impor novas regras no financiamento e construção de novas mesquitas no país.
O líder do CHEGA associa a subida do custo de vida à guerra na Ucrânia e defende descida de impostos para aliviar os portugueses.
O grupo municipal do CHEGA em Oeiras apresentou uma moção de censura ao executivo liderado por Isaltino Morais, na sequência da acusação do Ministério Público relacionada com despesas em refeições pagas com fundos públicos.
O líder do CHEGA, André Ventura, condenou hoje as buscas na Câmara Municipal de Albufeira, liderada pelo seu partido. "O que aconteceu hoje é, a todos os títulos, lamentável", referiu.