Deputados do CHEGA agredidos por manifestantes de extrema-esquerda

Os deputados do CHEGA Rui Paulo Sousa, Filipe Melo e Jorge Galveias, acompanhados de dirigentes do partido, foram esta tarde agredidos e insultados por manifestantes de extrema-esquerda, num protesto que reivindicava mais habitação, a preços mais acessíveis.

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Quando os deputados deste partido se juntavam à manifestação foram recebidos com diversos insultos e agressões, que foram presenciadas pela comunicação social no local.
Nas imagens consegue ver-se o deputado Rui Paulo Sousa a ser agredido com vários socos, enquanto os jornalistas os questionavam pelos motivos da presença dos deputados do CHEGA naquela manifestação. “Estamos a ser agredidos em plena manifestação”, queixaram-se. “Estamos num país livre. Se acham que somos fascistas é um problema deles”, acrescentou Rui Paulo Sousa.
Perante os incidentes, os deputados acabaram por ter que ser escoltados pela polícia, que formou um cordão de segurança para conseguir conter a fúria dos manifestantes de extrema-esquerda, que numa atitude claramente anti democrática queriam silenciar e expulsar a comitiva do CHEGA.
O Presidente do Partido, André Ventura, já reagiu nas redes sociais, tendo condenado de forma veemente os acontecimentos. “Hoje vários deputados e dirigentes do CHEGA foram insultados e agredidos pela extrema-esquerda em várias cidades do país, enquanto lutavam pela habitação condigna de todos os portugueses. Nunca nos irão silenciar, nunca a violência prevalecerá sobre a democracia!”, afirmou Ventura.
A líder do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, ao ser questionada sobre os incidentes com os deputados do CHEGA, considerou normal que tivessem sido mal recebidos pelos manifestantes, desvalorizando, dessa forma, os insultos e agressões de que foram alvo os deputados do partido de Ventura.

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André Ventura deixou esta sexta-feira um desafio direto ao Partido Socialista: apoiar as propostas do CHEGA para baixar os impostos sobre os combustíveis e a aprovar o IVA Zero no cabaz alimentar. O líder do partido acusa o PS de “hipocrisia” e avisa que um chumbo deixará os socialistas sem argumentos depois das posições assumidas durante o verão.
Uma larga maioria dos portugueses considera que o Governo de Luís Montenegro não está a conseguir responder ao aumento do custo de vida nem proteger o poder de compra das famílias. De acordo com a mais recente sondagem da Aximage, 77% dos inquiridos classificam como “inadequada” ou “muito inadequada” a atuação do Executivo da AD perante a subida dos preços da habitação, dos combustíveis e dos bens de consumo.
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O presidente do CHEGA acusou a ministra da Justiça de ter transmitido informações falsas ao Parlamento, admitindo duas hipóteses: ou foi enganada pela Polícia Judiciária ou terá procurado “encobrir” o ministro da Administração Interna. Ventura quer que o diretor nacional da PJ seja ouvido no Parlamento para esclarecer que informação foi transmitida.
O CHEGA exigiu explicações sobre o polémico negócio das novas fragatas para a Marinha e Nuno Melo vai mesmo ter de comparecer no Parlamento. A Comissão de Defesa aprovou por unanimidade a audição do ministro da Defesa a pedido do CHEGA sobre a aquisição de três fragatas italianas, num investimento estimado em 3,9 mil milhões de euros, um dos maiores investimentos na Defesa portuguesa.
A moção de censura caiu, mas o CHEGA não ficou sentado. Consumada a votação, toda a bancada se levantou e fez ecoar “demissão” pelo plenário, fechando um debate em que André Ventura responsabilizou Montenegro não apenas pela permanência de Luís Neves, mas também pelo rumo do Governo.
Mentiras, abuso de poder e suspeitas sobre a utilização da Polícia Judiciária. Luís Neves está debaixo de fogo esta terça-feira, acusado de protagonizar uma lógica de “quero, posso e mando”. Mas a pressão não recai apenas sobre o ministro da Administração Interna: Luís Montenegro é também chamado a assumir responsabilidades e a explicar, de forma cabal, por que razão continua a manter Neves no Governo.
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