Fim do SEF deixa fronteiras sem controlo

“A decisão do PS de acabar com o SEF deixou-nos mais inseguros e vulneráveis”, afirma Ventura

© Facebook SEF

O fim do SEF, por decisão do Partido Socialista, e a sua substituição pela nova Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) trouxe o caos ao controlo das fronteiras.

Este novo organismo não tem meios técnicos e humanos e a falta de organização tem levado a que milhares de imigrantes entrem sem qualquer controlo, desconhecendo-se se vêm para trabalhar ou quais são as verdadeiras intenções de quem procura o nosso país.

De acordo com a notícia do Expresso, o caos que se vive nesta nova agência levou a que  haja cerca de 2 mil casos de expulsões de imigrantes paradas e a que os imigrantes ilegais não sejam retidos fora da hora de expediente. Acresce que a base de dados com mandados de captura esteve sem funcionar dois dias.

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Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
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Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
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