Pelo menos dois feridos em explosão numa casa em Vila Nova de Milfontes

Pelo menos duas pessoas sofreram ferimentos considerados graves devido a uma explosão ocorrida hoje numa casa em Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira (distrito de Beja), revelou a Proteção Civil.

© Facebook da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

Em declarações à agência Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral disse que o alerta para a explosão “numa moradia unifamiliar” foi dado aos bombeiros às 08:29.

“Há dois feridos graves, que ainda se encontram no local, não foram ainda transportados, e eventualmente duas pessoas desaparecidas”, indicou a mesma fonte.

Segundo a Proteção Civil, “não se sabe ainda se estas duas outras pessoas estavam ou não na residência”.

A explosão na habitação “possivelmente terá sido causada por uma fuga de gás”, acrescentou a mesma fonte.

Para o local foram mobilizados 47 operacionais, apoiados por 15 veículos e um meio aéreo, incluindo bombeiros, GNR e Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Últimas do País

Fenómeno agravou-se nos últimos dois meses e levou a PSP a reforçar a vigilância nas zonas mais afetadas. Ladrões procuram sobretudo o cobre dos equipamentos para posterior venda.
Capital reforçou patrulhamento depois de episódios de violência grave. Na Baixa do Porto, sindicato alerta para agressões, tentativas de violação e noites com reduzida presença policial.
Queixas começaram há cerca de dois meses e os utentes garantem que o problema se tem agravado. Cerca de 60 doentes passam diariamente pela sala, onde permanecem ligados às máquinas durante quatro horas. Hospital confirma a presença dos insetos e garante estar a tentar erradicar a praga.
Mais de mil bombeiros estavam às 08:00 envolvidos no combate aos quatro maiores incêndios ativos na região Norte, sendo os de Torre de Moncorvo, Arouca e Santo Tirso os que mobilizam mais meios, segundo fonte da proteção civil.
A GNR deteve o líder de uma rede internacional de tráfico de droga, na sequência de uma operação iniciada em 2026 e que tinha permitido prender cerca de 50 pessoas, anunciou hoje a corporação.
Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.