PSP deteve 438 pessoas e apreendeu 41 armas de fogo em cinco dias da operação Carnaval

A PSP deteve 438 pessoas, 120 das quais por crimes rodoviários, em todo o país, e apreendeu 41 armas de fogo nos últimos cinco dias, no âmbito da operação "Carnaval em segurança", foi hoje anunciado.

© Facebook/PSP

Em comunicado, a PSP adianta que neste período as autoridades procederam à fiscalização de 11.746 condutores e controlaram 43.765 viaturas por radar, tendo sido detetadas 4.055 infrações à legislação rodoviária.

Entre estas incluem-se 438 por excesso de velocidade, 400 por falta de inspeção periódica obrigatória, 144 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório, 94 por uso de telemóvel durante a condução, 27 por influência de álcool e 42 e 20 por incorreta utilização de cinto de segurança ou dos sistemas de retenção, respetivamente.

Das 120 detenções por crimes rodoviários, a PSP especifica que 38 foram por condução em estado de embriaguez e 82 por falta de habilitação legal para conduzir.

Mas as mais de 430 detenções efetuadas incluem ainda 24 de pessoas por furtos e roubos e 56 por suspeição de tráfico de droga.

O comunicado avança ainda que, nos cinco dias da operação Carnaval, foram apreendidas 41 armas de fogo e 21 de armas brancas, “quer como medida cautelar, quer no seguimento das 11 detenções efetuadas por posse de armas proibidas”, bem como 16.916 artigos de pirotecnia, com cerca de 33,8 quilogramas de teor líquido explosivo, e 19.300 doses de estupefacientes.

Ao longo destes cinco dias da operação, a PSP registou também 818 acidentes, dos quais resultaram 251 feridos (11 graves e 240 ligeiros) e dois mortos – estes na sequência de uma colisão no concelho de Lagoa, nos Açores.

Últimas do País

Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.
O INEM registou em 2025 um aumento de 22,5% das ocorrências relacionadas com afogamentos e acidentes de mergulho com crianças e jovens e alertou que os mais novos devem estar sempre "sob vigilância ativa" nas zonas balneares.
André Ventura acusa o PSD de recuar na Lei da Nacionalidade e diz que a exclusão dos crimes de pedofilia dos casos de perda de nacionalidade é “inaceitável”. CHEGA avisa que não viabilizará a reconfirmação do diploma se o texto não for alterado.
Durante 18 meses, uma organização criminosa operou praticamente sem levantar suspeitas às portas da capital portuguesa. Oito homens são agora acusados de tráfico agravado de droga, associação criminosa e posse ilegal de armas.
O inspetor-geral de Finanças (IGF) afirmou hoje no parlamento que Portugal tem deficiências no controlo dos benefícios fiscais e pediu uma resposta estrutural a este problema.
O líder do CHEGA diz que os socialistas continuam a evitar o caso Sócrates e garante que o Estado não deve pagar “nem mais um cêntimo” ao antigo primeiro-ministro.
Investigação da Polícia Judiciária aponta para um esquema de falsas reformas por invalidez que terá envolvido três médicos. Mais de 180 pessoas perderam a prestação depois de terem sido consideradas aptas para trabalhar.
Vítima, de 52 anos, foi encontrada sem vida no interior de uma viatura estacionada. As causas da morte permanecem por apurar.
Quatro homens, entre os 20 e os 49 anos, foram detidos pela GNR por furto qualificado em explorações agrícolas, roubo na via pública e coação agravada, na localidade de Pias, concelho de Serpa, foi hoje revelado.
O comandante-geral cessante da Polícia Marítima, vice-almirante Nuno Chaves Ferreira, alertou que o narcotráfico está a mudar de estratégia e já utiliza as águas interiores portuguesas para transportar droga.