Zelensky e Trump já não terão segundo encontro hoje em Roma

A segunda reunião de hoje entre o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à margem do funeral do Papa, em Roma, que Kiev disse estar em preparação, não aconteceu, disse a presidência ucraniana.

© Facebook de Volodymyr Zelensky

“Não houve uma segunda reunião. Os presidentes têm uma agenda muito ocupada”, explicou o porta-voz da presidência ucraniana, Sergei Nykyforov.

O porta-voz de Zelensky, Sergey Nikiforov, tinha dito hoje de manhã que as equipas dos presidentes dos Estados Unidos e da Ucrânia estavam a tentar organizar para hoje um novo encontro entre os dois líderes, à margem do funeral do Papa Francisco.

Trump e Zelensky tiveram já hoje um primeiro encontro de 15 minutos dentro da Basílica de São Pedro, antes do início do funeral do Papa Francisco, tendo decidido continuar durante o dia de hoje as conversações.

As fotografias da reunião foram divulgadas pelo gabinete de Zelensky e mostram os dois presidentes sentados frente a frente.

O Presidente ucraniano disse mais tarde nas redes sociais que a reunião poderia ser “histórica” se conseguisse os resultados esperados sobre as questões que discutiram, incluindo “um cessar-fogo incondicional”.

A Ucrânia e os Estados Unidos estão a acelerar as conversações para tentar alcançar um cessar-fogo na guerra ucraniana, enquanto a administração Trump está também em contacto com o Presidente russo, Vladimir Putin.

Além de Trump, o Presidente ucraniano manteve também uma breve conversa com o Presidente francês, Emmanuel Macron, e com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer.

Kiev já saudou a primeira troca “construtiva” entre Zelensky e Trump.

Últimas de Economia

O Tribunal de Contas detetou falhas na informação sobre centenas de milhões de euros distribuídos pelo Estado a fundo perdido. Dos apoios analisados, 526 milhões ficaram sem informação suficientemente clara sobre a respetiva identificação ou finalidade. Conta Geral do Estado de 2025 recebeu um juízo de não conformidade.
O preço do cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste aumentou 11 cêntimos na última semana, após ter descido na semana anterior, fixando-se nos 254,22 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
O presidente do CHEGA criticou as alterações do Governo ao regime do arrendamento e alertou para o aumento do custo da habitação. "Queremos direitos para quem se mata a trabalhar e não consegue pagar uma casa", afirmou André Ventura.
O Estado registou um excedente de 249,3 milhões de euros até agosto, uma diminuição de 1.799,4 milhões de euros face ao período homólogo, revelou a síntese de execução orçamental.
Gustavo Madeira deixa o gabinete do ministro das Infraestruturas e Habitação para assumir a presidência do IMT. Nomeação é feita em regime de substituição e produz efeitos já esta quinta-feira, enquanto os cargos não forem preenchidos através de concurso da CReSAP.
A prestação da casa vai subir em outubro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações da Deco Proteste.
Portugal poderá passar de 6,3 mil milhões de euros em juros da dívida este ano para 9,4 mil milhões em 2030. Conselho das Finanças Públicas alerta para condições de financiamento mais adversas e antecipa o regresso dos défices já em 2027.
A taxa de inflação aumentou para 3,6% em setembro, em termos homólogos, contra 3,3% no mês anterior, novamente impulsionada pelo preço dos combustíveis, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O presidente do CHEGA considera que o diploma, "tal como está, não serve" e alerta para o aumento do custo da habitação. Ventura diz que as rendas estão a subir "brutalmente" e considera as medidas prejudiciais tanto para proprietários como para arrendatários.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em setembro pelo segundo mês consecutivo e o clima económico, baseado em inquéritos às empresas, recuou após ter aumentado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).