Zelensky e Trump já não terão segundo encontro hoje em Roma

A segunda reunião de hoje entre o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à margem do funeral do Papa, em Roma, que Kiev disse estar em preparação, não aconteceu, disse a presidência ucraniana.

© Facebook de Volodymyr Zelensky

“Não houve uma segunda reunião. Os presidentes têm uma agenda muito ocupada”, explicou o porta-voz da presidência ucraniana, Sergei Nykyforov.

O porta-voz de Zelensky, Sergey Nikiforov, tinha dito hoje de manhã que as equipas dos presidentes dos Estados Unidos e da Ucrânia estavam a tentar organizar para hoje um novo encontro entre os dois líderes, à margem do funeral do Papa Francisco.

Trump e Zelensky tiveram já hoje um primeiro encontro de 15 minutos dentro da Basílica de São Pedro, antes do início do funeral do Papa Francisco, tendo decidido continuar durante o dia de hoje as conversações.

As fotografias da reunião foram divulgadas pelo gabinete de Zelensky e mostram os dois presidentes sentados frente a frente.

O Presidente ucraniano disse mais tarde nas redes sociais que a reunião poderia ser “histórica” se conseguisse os resultados esperados sobre as questões que discutiram, incluindo “um cessar-fogo incondicional”.

A Ucrânia e os Estados Unidos estão a acelerar as conversações para tentar alcançar um cessar-fogo na guerra ucraniana, enquanto a administração Trump está também em contacto com o Presidente russo, Vladimir Putin.

Além de Trump, o Presidente ucraniano manteve também uma breve conversa com o Presidente francês, Emmanuel Macron, e com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer.

Kiev já saudou a primeira troca “construtiva” entre Zelensky e Trump.

Últimas de Economia

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou que a plataforma IronFX e a entidade Notesco (BVI) Limited não estão autorizadas a exercer atividades de intermediação financeira em Portugal. Em comunicado, a CMVM alerta para o facto de nem a plataforma IronFX nem a entidade Notesco (BVI) Limited estarem autorizadas para o exercício de qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal ou para qualquer outra atividade sob a sua supervisão.
O investimento público previsto para a habitação deverá sofrer uma redução de 63% em 2027, após o fim do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A quebra surge num período em que o acesso à casa continua a representar uma dificuldade para muitas famílias.
O Governo português pretende eliminar as restrições às rendas nos novos contratos, classificando-as como uma medida ideológica. Contudo, 23 países da OCDE mantêm mecanismos de regulação dos preços, incluindo economias como a Alemanha, França e Estados Unidos.
O líder do CHEGA/Madeira, Hugo Nunes, afirmou que o partido votará contra o Orçamento Regional 2027 se não for incluído o diferencial de 30% no IVA, que visa reduzir o custo de vida dos madeirenses.
Comprar casa em Portugal nunca exigiu tanto esforço financeiro às famílias. O país atingiu, em 2025, o pior índice de acessibilidade à habitação desde 1995, liderando pela negativa uma lista de 33 países analisados pela OCDE. Na última década, os preços das casas mais do que duplicaram, enquanto os rendimentos cresceram apenas 33%.
O preço dos combustíveis para transporte individual na União Europeia teve um aumento homólogo de 31,4%, em setembro, segundo dados do serviço estatístico europeu, Eurostat.
O preço mediano dos 37.854 alojamentos familiares transacionados em Portugal aumentou 18,4% no segundo trimestre face ao período homólogo, para 2.445 euros por metro quadrado, divulgou o Instituto Nacional de Estatística.
Produzir em Portugal custa mais caro logo à partida. Os agricultores nacionais enfrentam um encargo adicional de quase 120 milhões de euros em combustível face aos concorrentes espanhóis, mesmo depois dos apoios públicos.
Ter filhos tornou-se um projeto cada vez mais difícil para os portugueses. O preço das casas e a instabilidade económica estão a adiar a formação de famílias, enquanto a natalidade continua abaixo do necessário para assegurar a renovação das gerações.
Mais de metade do valor que as famílias portuguesas pagam mensalmente pelo crédito à habitação destina-se a juros. A prestação média atingiu os 423 euros em setembro, dos quais cerca de 213 euros não servem para reduzir a dívida.