CHEGA arrasa no YouTube: cresce mais do dobro que todos os outros partidos juntos

O CHEGA registou um aumento superior a 2,34 milhões de visualizações. O PS teve um crescimento de 71 mil visualizações, enquanto o PSD somou 62 mil. A CDU registou uma subida de 183 mil, o BE cresceu 438 mil, a Iniciativa Liberal (IL) somou 63 mil, o Livre teve 37 mil, o CDS-PP 36 mil e o PAN apenas 459 visualizações adicionais.

© D.R.

Durante o mês de abril, o CHEGA voltou a destacar-se no YouTube, registando um aumento superior a 2,34 milhões de visualizações — um crescimento que ultrapassou, por larga margem, o total combinado de todos os outros partidos, que somaram, no mesmo período, 893 mil visualizações.

Neste intervalo, o PS teve um crescimento de 71 mil visualizações, enquanto o PSD somou 62 mil. A CDU registou um aumento de 183 mil, o BE cresceu 438 mil, a Iniciativa Liberal (IL) somou 63 mil, o Livre teve 37 mil, o CDS-PP 36 mil e o PAN apenas 459 visualizações adicionais. Todos registaram crescimentos significativamente mais baixos que o CHEGA, segundo apurou o Folha Nacional.

No final de abril, o CHEGA atingiu um total acumulado de 85,2 milhões de visualizações no YouTube — número que continua a superar, com larga vantagem, o total conjunto de todos os outros partidos.

A 30 de abril, o PS acumulava cerca de 5,83 milhões de visualizações, o PSD 8,08 milhões, a CDU alcançava 5,97 milhões, o BE chegava aos 6,49 milhões e a IL atingia 6 milhões. Já o Livre, o PAN e o CDS-PP registavam números mais modestos: 516 mil, 38 mil e 5,23 milhões de visualizações, respetivamente.

Os dados apurados pelo Folha Nacional colocam o CHEGA como líder absoluto no YouTube, com um impacto digital que nenhuma outra força política conseguiu igualar.

“O domínio absoluto do CHEGA no YouTube é fruto da aposta do partido nas plataformas digitais”, afirmou o presidente do partido, André Ventura, acrescentando que o objetivo passa por “aproximar a comunicação do partido dos eleitores, especialmente dos mais jovens, garantindo uma presença sólida que se reflete diretamente no seu crescimento online.”

Últimas do País

Produtores de leite e carne conduziram hoje os seus tratores numa marcha de protesto entre Ovar e Aveiro, alertando para o risco de encerrarem mais explorações agrícolas e de práticas comerciais injustas constituírem a “machadada final” no setor.
A maior plataforma mundial de 'phishing', que afetou mais de 160 organizações em Portugal, foi desmantelada através de uma operação internacional coordenada pela Europol, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ), que participou na operação.
O Tribunal Judicial de Évora decretou hoje a prisão preventiva do casal suspeito de abuso sexual de menores, pornografia de menores e aliciamento de menor, em Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, revelou fonte policial.
O presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, disse hoje à agência Lusa que serão necessários 42 milhões de euros (ME) para reabilitar o património público danificado pelo mau tempo.
Um homem indiciado por tráfico de estupefacientes e posse ilegal de armas e munições foi detido numa operação conjunta da PSP e da Polícia Judiciária desencadeada hoje na Cova da Moura, concelho da Amadora, anunciou fonte oficial.
O Centro de Informação Antivenenos (CIAV) registou 842 casos de intoxicações intencionais entre jovens em 2025, mais 20% do que em 2024, a maioria com ansiolíticos sedativos, hipnóticos e antidepressivos.
O Tribunal da Feira condenou hoje a cinco anos e meio de prisão um homem de 35 anos por ter ateado dois incêndios florestais em Castelo de Paiva, no distrito de Aveiro.
A falta de dinheiro foi o principal motivo para a população portuguesa deixar de fazer exames e tratamentos dentários, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), ao divulgar os resultados de um inquérito realizado no ano passado.
Dezenas de técnicos de saúde exigiram hoje em frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa, negociações dos contratos de trabalho e das carreiras, algumas das quais estão pendentes desde 2023.
Os hábitos alimentares inadequados estão associados a 7,9% das mortes em Portugal, em 2023, e a 5,3% dos anos de vida saudável perdidos, figurando entre os cinco fatores de risco que mais contribuíram para a carga de doença no país.