“Deviam ser os Ministros deste Governo a pagar as multas da TAP”, diz Ventura

Ficámos hoje a saber que a Comissão de Mercado Valores Imobiliários - CMVM - multou a TAP em 50 mil euros devido à informação, que não era verdadeira, sobre a saída de Alexandra Reis.

© Folha Nacional

Todos acompanhámos durante os últimos meses estes episódios lamentáveis, e sabemos que a responsabilidade não é unicamente do Conselho de Administração da Companhia Aérea mas também, e sobretudo, da tutela política, na altura liderada por Pedro Nuno Santos.

Decisões tomadas por WhatsApp, consentimentos dados de forma informal tudo isto aponta para a responsabilidade do Governo socialista na gestão da TAP. Provavelmente esta é a primeira de muitas multas que vão chegar e que como sempre onerarão os contribuintes.

A forma negligente criminosa como foi gerida a TAP devia levar a que os Ministros deste Governo, em particular o Sr. primeiro-ministro e o Sr. ex-ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, pagassem do bolso deles todas as multas, sanções e indemnizações que a TAP terá de pagar ao longo dos próximos tempos.

Na verdade ainda não sabemos como vai acabar o processo em tribunal relativamente às saídas das Administradoras, particularmente a de Alexandra Reis, mas sabemos, que a TAP já nos custou 3. 2 mil milhões de euros e pode vir a custar muito mais.

É tempo de começar a responsabilizar quem toma decisões!

Últimas de Política Nacional

O constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia considerou hoje que o Tribunal Constitucional impediu a aplicação de uma medida que a Constituição já permite, ao declarar inconstitucional o decreto que instituía a perda de nacionalidade para crimes graves.
Num país onde a maioria dos portugueses luta para chegar ao fim do mês, o CHEGA questiona como é possível existirem funcionários de organismos públicos a ganhar mais do que o próprio Primeiro-Ministro.
André Ventura considerou esta terça-feira que o primeiro-ministro “não pode pedir” ao CHEGA para viabilizar reformas “más para o país” e defendeu que o Governo “será avaliado” tanto pelas reformas que fez como por aquelas que não fez.
O líder do CHEGA, André Ventura, assegurou hoje que "não assinará nunca" uma reforma laboral que dificulte a vida dos trabalhadores e pediu ao Governo que faça um esforço de aproximação.
O presidente do CHEGA indicou hoje que o partido não aceita qualquer reforma que se traduza em "menos fiscalização" no Tribunal de Contas.
O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.