“Deviam ser os Ministros deste Governo a pagar as multas da TAP”, diz Ventura

Ficámos hoje a saber que a Comissão de Mercado Valores Imobiliários - CMVM - multou a TAP em 50 mil euros devido à informação, que não era verdadeira, sobre a saída de Alexandra Reis.

© Folha Nacional

Todos acompanhámos durante os últimos meses estes episódios lamentáveis, e sabemos que a responsabilidade não é unicamente do Conselho de Administração da Companhia Aérea mas também, e sobretudo, da tutela política, na altura liderada por Pedro Nuno Santos.

Decisões tomadas por WhatsApp, consentimentos dados de forma informal tudo isto aponta para a responsabilidade do Governo socialista na gestão da TAP. Provavelmente esta é a primeira de muitas multas que vão chegar e que como sempre onerarão os contribuintes.

A forma negligente criminosa como foi gerida a TAP devia levar a que os Ministros deste Governo, em particular o Sr. primeiro-ministro e o Sr. ex-ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, pagassem do bolso deles todas as multas, sanções e indemnizações que a TAP terá de pagar ao longo dos próximos tempos.

Na verdade ainda não sabemos como vai acabar o processo em tribunal relativamente às saídas das Administradoras, particularmente a de Alexandra Reis, mas sabemos, que a TAP já nos custou 3. 2 mil milhões de euros e pode vir a custar muito mais.

É tempo de começar a responsabilizar quem toma decisões!

Últimas de Política Nacional

Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.
O líder do CHEGA, André Ventura, reagiu com "estupefação" ao processo judicial anunciado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, acusando o Governo de "opacidade e arrogância". O político insistiu ainda na exigência de esclarecimentos sobre a compra de três fragatas a Itália e sobre alegadas comissões de intermediação.
O CHEGA considerou "de uma enorme gravidade" a decisão do Presidente da República de enviar para o Tribunal Constitucional o decreto sobre retorno de estrangeiros, sustentando tratar-se de "uma irresponsabilidade".
O CHEGA defendeu ontem que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.
O Ministério da Justiça (MJ) ordenou uma auditoria interna à Polícia Judiciária (PJ) na sequência das notícias sobre o funcionamento desta polícia no mandato do ex-diretor nacional e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Luís Neves está novamente no centro da polémica. O atual ministro da Administração Interna vai ser julgado no Tribunal de Contas por infrações financeiras cometidas quando era diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), num caso relacionado com contratos públicos que, segundo o tribunal, não cumpriram as regras da contratação pública.
O CHEGA defende que Portugal deve exigir a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030, na sequência da invasão massiva de migrantes em Ceuta.
O CHEGA defende que Portugal deve exigir a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030, na sequência da invasão massiva de migrantes em Ceuta.