Portugal coloca 1.523 milhões de euros em Obrigações do Tesouro a 10, 14 e 21 anos

O IGCP colocou hoje 1.523 milhões de euros, acima do montante máximo indicativo, em Obrigações do Tesouro (OT) a cerca de 10, 14 e 21 anos, respetivamente às taxas de 2,937%, 3,227% e 3,433%.

© D.R.

Segundo a página do IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública na agência Bloomberg, em ‘OT 2,25%’ que vencem em 18 de abril de 2034 (cerca de 10 anos) foram colocados 641 milhões de euros à taxa de juro de 2,937% e a procura atingiu 803 milhões de euros, 1,25 vezes o montante colocado.

Em ‘OT 3,5%’ com vencimento em 18 de junho de 2038 (cerca de 14 anos), o IGCP colocou 353 milhões de euros à taxa de juro de 3,227% e a procura cifrou-se em 496 milhões de euros, 1,41 vezes o montante colocado.

Nas OT com prazo mais longo, ‘OT 4,1%’ com vencimento em 15 de fevereiro de 2045 (21 anos), foram colocados 529 milhões de euros à taxa de juro de 3,433%, tendo a procura atingido 667 milhões de euros, 1,26 vezes o montante colocado.

O IGCP tinha anunciado para hoje um conjunto de três leilões de OT com vencimentos em 18 de abril de 2034 (cerca de 10 anos), em 18 de junho de 2038 (14 anos) e 15 de fevereiro de 2045 (21 anos), com um montante indicativo entre 1.250 e 1.500 milhões de euros

Este conjunto de três leilões de OT foi o quarto deste ano.

Nos anteriores leilões de OT, em 13 de março, o IGCP colocou 1.001 milhões de euros, abaixo do montante máximo indicativo, em OT com maturidades de cerca de sete e 18 anos, respetivamente às taxas de juro de 2,645% e 3,262%.

Em ‘OT 0,3%’ que vencem em 17 de outubro de 2031 (cerca de sete anos) foram colocados 485 milhões de euros à taxa de juro de 2,645% e a procura atingiu 745 milhões de euros, 1,54 vezes o montante colocado.

Em ‘OT 1,15%’ com vencimento em 11 de abril de 2042 (cerca de 18 anos), o IGCP colocou 516 milhões de euros à taxa de juro de 3,262% e a procura cifrou-se em 795 milhões de euros, 1,54 vezes o montante colocado.

Últimas de Economia

O CHEGA apresentou um projeto de resolução no Parlamento para recomendar ao Governo português que se oponha à criação do chamado 'Euro Digital' e a qualquer iniciativa europeia que vise a eliminação progressiva do dinheiro físico.
O preço médio semanal (eficiente) calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) sobe esta semana 0,1% para a gasolina e 0,3% para o gasóleo, tendo em conta as cotações internacionais.
Os preços dos imóveis comerciais aumentaram 10,1% em 2025, mais 5,4 pontos percentuais face à variação de 2024 e a maior subida desde que há registo, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O partido liderado por André Ventura quer transformar património público devoluto em habitação acessível para famílias portuguesas trabalhadoras que enfrentam dificuldades no acesso à compra de casa ou ao arrendamento, defendendo a recuperação urgente de bairros abandonados pelo Estado para responder à crise da habitação.
A Comissão Europeia reviu em baixa as previsões para o crescimento da economia portuguesa para 1,7% este ano e 1,8% em 2027, nomeadamente devido aos efeitos das tempestades e do conflito no Irão, segundo as projeções divulgadas esta quinta-feira.
O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) aumentou 3,8% em abril, em termos homólogos, registando um maior avanço dos últimos três anos sobretudo devido à subida do custo dos combustíveis, divulgou hoje o INE.
Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana, com a gasolina 95 simples a aumentar em média quatro cêntimos por litro e o gasóleo simples um cêntimo por litro.
Clientes da Galp continuam a relatar atrasos na faturação de eletricidade e de gás, recebendo posteriormente faturas acumuladas com valores elevados, apesar de a empresa ter garantido em março que o problema estava ultrapassado.
A Comissão Europeia está a preparar uma proposta para combater o excesso de arrendamentos de curta duração em cidades da União Europeia (UE), por fazerem aumentar os preços da habitação, defendendo que ter uma casa “é um direito humano”.
O número de passageiros desembarcados nos aeroportos dos Açores voltou a registar uma quebra em abril, com cerca de 178 mil desembarques, menos 12,3% do que no período homólogo, segundo dados divulgados hoje pelo Serviço Regional de Estatística (SREA).