
Demissão da ministra “já devia ter acontecido antes”, mas “acontecer no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação” do Governo
O presidente do CHEGA defendeu hoje que um ministro não deve sair “quando as pessoas mais precisam dele” e considerou que a demissão de Maria Lúcia Amaral “no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação”.





